<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Oncomed - Íntegra Comunicação Estratégica</title>
	<atom:link href="https://comunicacaointegra.com.br/conteudo/oncomed/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://comunicacaointegra.com.br/conteudo/oncomed/</link>
	<description>Soluções completas com entregas customizadas e eficazes em comunicação corporativa e estratégica</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Apr 2026 20:35:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Cuidar de si também é parte do tratamento</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/cuidar-de-si-tambem-e-parte-do-tratamento/</link>
					<comments>https://comunicacaointegra.com.br/cuidar-de-si-tambem-e-parte-do-tratamento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 20:35:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Clipping & Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[Oncomed]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://comunicacaointegra.com.br/?p=2675</guid>

					<description><![CDATA[<p>Especialista da Oncomed-MT orienta sobre procedimentos com cabelos, unhas e pele durante tratamento do câncer, com foco em segurança e bem-estar &#160; O tratamento do câncer é uma jornada que vai muito além dos medicamentos e das visitas regulares ao médico. Ao longo do processo, podem surgir efeitos visíveis como a queda de cabelo, alterações [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br/cuidar-de-si-tambem-e-parte-do-tratamento/">Cuidar de si também é parte do tratamento</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br">Íntegra Comunicação Estratégica</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Especialista da Oncomed-MT orienta sobre procedimentos com cabelos, unhas e pele durante tratamento do câncer, com foco em segurança e bem-estar</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tratamento do câncer é uma jornada que vai muito além dos medicamentos e das visitas regulares ao médico. Ao longo do processo, podem surgir efeitos visíveis como a queda de cabelo, alterações nas unhas e mudanças na pele, que impactam não apenas a saúde física, mas também a autoestima, a identidade e o bem-estar emocional, principalmente das mulheres. Para a oncologista clínica da Oncomed-MT, Najla Navarros, o autocuidado deve ser entendido como parte do próprio tratamento.</p>
<p>“Cuidar de si mesma durante esse processo é uma forma de fortalecimento: físico, mental e social. Não é vaidade. É saúde emocional e qualidade de vida. Hoje entendemos que tratar o câncer é cuidar da pessoa como um todo”. A médica relata que entre as mudanças que mais mexem com pacientes está a queda de cabelo provocada pela quimioterapia. Isso acontece porque os medicamentos agem em células de rápida divisão, como as do folículo capilar. Em alguns protocolos de tratamento, a perda pode ser intensa, por isso o preparo emocional antes do início do tratamento faz diferença.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone  wp-image-2676" src="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Najla-Navarros.jpeg" alt="" width="603" height="603" srcset="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Najla-Navarros.jpeg 1000w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Najla-Navarros-300x300.jpeg 300w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Najla-Navarros-150x150.jpeg 150w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Najla-Navarros-768x768.jpeg 768w" sizes="(max-width: 603px) 100vw, 603px" /></p>
<p>“A informação antecipada reduz a ansiedade e amplia a sensação de controle. Em alguns casos, o resfriamento do couro cabeludo, por meio do uso da touca de crioterapia, pode ajudar a diminuir a queda, mas essa indicação precisa ser individualizada e discutida com a equipe médica”, explica.</p>
<p><strong>Pode ou não pode?</strong></p>
<p>Durante o tratamento ativo, também é recomendado evitar descolorações, alisamentos químicos e tinturas permanentes agressivas. “Muitas mulheres encontram uma alternativa nos lenços e turbantes, mas não existe obrigação. Cada mulher deve escolher o que a faz se sentir melhor”, enfatiza.</p>
<p>As unhas podem sofrer alterações, tornando-se mais frágeis, quebradiças ou com manchas. Como a imunidade pode estar reduzida, pequenos traumas aumentam o risco de infecção. “É recomendado evitar retirar cutículas de forma agressiva. E é fundamental utilizar materiais esterilizados em serviços de manicure”.  A médica traz ainda o alerta: unhas de gel, fibra ou acrílico não são recomendadas durante a quimioterapia ativa. “Elas podem causar microtraumas e dificultar a identificação precoce de inflamações e infecções, por exemplo”.</p>
<p>Quando o assunto é maquiagem, a orientação é equilíbrio e segurança. Produtos leves, hipoalergênicos e dermatologicamente testados podem ajudar na reconexão com a própria imagem, desde que não sejam compartilhados e que haja higienização adequada dos pincéis. Em contrapartida, procedimentos que perfuram ou lesionam a pele, como micropigmentação, extensão de cílios, peelings profundos, laser e microagulhamento, devem ser evitados durante o tratamento devido ao risco de infecção e à cicatrização mais lenta.</p>
<p>Além disso, pacientes que realizam procedimentos estéticos devem sempre informar a equipe médica antes de exames de imagem, como ressonância magnética, tomografia ou PET-CT. Alguns materiais utilizados em preenchimentos ou bioestimuladores de colágeno podem aparecer nos exames e gerar alterações que dificultam a interpretação dos resultados. Por isso, é recomendado evitar esses procedimentos próximos às datas de exames e sempre buscar orientação do oncologista.</p>
<p><strong>Estética como aliada</strong> – Após liberação médica, muitos cuidados estéticos podem ser retomados gradualmente. “O autocuidado é um aliado importante para manter a autoestima durante o tratamento. O mais importante é que tudo seja feito com orientação da equipe médica, para que não haja risco ao tratamento.”</p>
<p>A recomendação final é clara: o uso de qualquer produto ou a realização de procedimentos devem ser discutidos com a equipe oncológica. O autocuidado não substitui o tratamento, mas o complementa com segurança, informação e respeito à individualidade.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br/cuidar-de-si-tambem-e-parte-do-tratamento/">Cuidar de si também é parte do tratamento</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br">Íntegra Comunicação Estratégica</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://comunicacaointegra.com.br/cuidar-de-si-tambem-e-parte-do-tratamento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câncer colorretal: mais que números, pessoas</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/cancer-colorretal-mais-que-numeros-pessoas/</link>
					<comments>https://comunicacaointegra.com.br/cancer-colorretal-mais-que-numeros-pessoas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 20:18:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Clipping & Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[Oncomed]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://comunicacaointegra.com.br/?p=2670</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por: Gilmar Ferreira do Espírito Santo* No calendário anual de saúde, o mês de março recebe o laço azul e traz a missão de lembrar a todos o quanto é importante estarmos atentos à saúde intestinal. Denominada câncer colorretal, a doença, que acomete cólon (intestino grosso) e reto, tem boas chances de cura quando diagnosticada [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br/cancer-colorretal-mais-que-numeros-pessoas/">Câncer colorretal: mais que números, pessoas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br">Íntegra Comunicação Estratégica</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por: Gilmar Ferreira do Espírito Santo*</strong></p>
<p>No calendário anual de saúde, o mês de março recebe o laço azul e traz a missão de lembrar a todos o quanto é importante estarmos atentos à saúde intestinal. Denominada câncer colorretal, a doença, que acomete cólon (intestino grosso) e reto, tem boas chances de cura quando diagnosticada em estágios iniciais – mas vem registrando significativo crescimento no Brasil e no mundo, o que deixa a área de saúde em alerta.</p>
<p>Segundo a mais recente estatística divulgada pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deve registar, este ano, quase 54 mil novos casos. É um dos tumores de maior incidência, sendo o segundo entre homens e mulheres no país, e apresenta importante elevação da ocorrência em pessoas mais jovens, a partir dos 45 anos, podendo, no entanto, ser evitado. Este é o ponto que precisa ser amplamente divulgado.</p>
<p>A prevenção certamente engloba questões comportamentais, como a alimentação e os exercícios físicos, mas devemos nos ater aqui, sobretudo, à realização de um exame já bastante conhecido e relativamente simples: a colonoscopia. Além de ser considerado “padrão ouro” na detecção de doenças intestinais, o procedimento permite que, durante sua realização, sejam retirados pólipos (formações semelhantes a verrugas e que podem se tornar tumores), barrando a evolução para um câncer.</p>
<p>Contudo, assim como em outros tipos de neoplasias, a prevenção permanece com status de grande desafio. Vários fatores contribuem para que boa parte dos diagnósticos não sejam realizados em estágios iniciais, com destaque para a falta de uma política estruturada de rastreamento na saúde pública. Estudo realizado pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) mostra que o gasto com tratamentos oncológicos no país é 500% superior aos recursos aplicados em prevenção.</p>
<p>Precisamos atuar fortemente para mudar este cenário. Mais do que uso ineficiente de recursos financeiros, estamos falando de pessoas. Quando os cânceres, em geral, são detectados no começo, as chances de cura costumam superar os 90%. Ou seja: condutas preventivas preservam vidas. Isso significa que muitas perdas de mães, pais, filhos, filhas e amigos poderiam ser evitadas.</p>
<p>No caso específico do câncer colorretal, as possibilidades de cura com diagnóstico precoce podem alcançar até 95%. Isso sem falar no impacto em tratamentos, que também podem ser mais simples, menos invasivos e com menor comprometimento da qualidade de vida. É um índice absolutamente relevante, que não pode ser negligenciado pelo setor de saúde.</p>
<p>Que cada um de nós, profissionais da área, façamos nossa parte, e que a informação chegue cada vez a mais pessoas, em uma junção de esforços a favor da vida.</p>
<p><strong><em>**Cirurgião oncológico e professor Dr., com atuação na Oncomed e HG-ITC em Cuiabá-MT</em></strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br/cancer-colorretal-mais-que-numeros-pessoas/">Câncer colorretal: mais que números, pessoas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br">Íntegra Comunicação Estratégica</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://comunicacaointegra.com.br/cancer-colorretal-mais-que-numeros-pessoas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Radioterapia amplia chances de sucesso no transplante contra leucemia</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/radioterapia-amplia-chances-de-sucesso-no-transplante-contra-leucemia/</link>
					<comments>https://comunicacaointegra.com.br/radioterapia-amplia-chances-de-sucesso-no-transplante-contra-leucemia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 19:58:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Clipping & Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[Oncomed]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://comunicacaointegra.com.br/?p=2665</guid>

					<description><![CDATA[<p>Técnica utilizada antes do procedimento fortalece o tratamento e contribui para melhores taxas de enxertia da medula óssea &#160; A leucemia é um tipo de câncer que afeta as células do sangue e tem origem na medula óssea, responsável pela produção das células sanguíneas. Em termos simples, é como se a “fábrica” do sangue passasse [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br/radioterapia-amplia-chances-de-sucesso-no-transplante-contra-leucemia/">Radioterapia amplia chances de sucesso no transplante contra leucemia</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br">Íntegra Comunicação Estratégica</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Técnica utilizada antes do procedimento fortalece o tratamento e contribui para melhores taxas de enxertia da medula óssea</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A leucemia é um tipo de câncer que afeta as células do sangue e tem origem na medula óssea, responsável pela produção das células sanguíneas. Em termos simples, é como se a “fábrica” do sangue passasse a trabalhar de forma desorganizada, produzindo células doentes, que não cumprem sua função e ainda ocupam o espaço das células saudáveis. No Brasil, a estimativa é de cerca de 12 mil novos casos por ano no triênio 2026–2028, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).</p>
<p>A doença pode ser classificada de duas maneiras: pela velocidade com que evolui e pelo tipo de célula atingida. Quando a progressão é rápida, trata-se das leucemias agudas; quando ocorre de forma mais lenta, são as crônicas. Já em relação às células afetadas, podem ser linfoides ou mieloides. “Nas formas agudas, a doença avança rapidamente e exige início imediato do tratamento. Já nas crônicas, a evolução costuma ser mais lenta e, em alguns casos, pode permanecer estável por um período”, explica a hematologista Gabriela Matias, da Oncomed-MT.</p>
<p><em><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2666" src="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Gabriela-Matias.jpeg" alt="" width="1600" height="1068" srcset="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Gabriela-Matias.jpeg 1600w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Gabriela-Matias-300x200.jpeg 300w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Gabriela-Matias-1024x684.jpeg 1024w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Gabriela-Matias-768x513.jpeg 768w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Gabriela-Matias-1536x1025.jpeg 1536w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></em></p>
<p>Os sintomas iniciais podem ser confundidos com outras condições, como anemia. “Cansaço excessivo, palidez, infecções frequentes, sangramentos e manchas roxas pelo corpo são sinais de alerta”, destaca. O primeiro passo é a realização do hemograma. “É um exame simples e acessível, que já pode indicar alterações importantes. Confirmada a suspeita, o encaminhamento ao hematologista deve ser imediato para diagnóstico definitivo e início do tratamento.”</p>
<p>Segundo a especialista, a rapidez no início da terapia é decisiva, principalmente nas formas agudas da doença. “O tratamento deve ser iniciado o mais rapidamente possível, especialmente nos casos de leucemias agudas, que são mais agressivas.”</p>
<p>A base do tratamento é a quimioterapia e, em pacientes classificados como de alto risco, o transplante de medula óssea pode ser indicado como etapa fundamental para consolidar a remissão.</p>
<p><strong>Radioterapia de corpo inteiro &#8211; </strong>Se a leucemia desorganiza a “fábrica” do sangue, o transplante representa a chance de reconstruí-la. E, antes que essa nova medula seja implantada, é importante preparar o organismo para recebê-la.</p>
<p>Alguns pacientes passam pela Irradiação de Corpo Inteiro (<em>Total Body Irradiation – TBI</em>), modalidade de radioterapia utilizada como etapa de condicionamento. “A radioterapia funciona como uma preparação do terreno. Precisamos reduzir ao máximo as células doentes, diminuir a chance de rejeição e abrir espaço para que as células transplantadas consigam crescer”, explica o radio-oncologista Antônio Cássio Pellizon, consultor de radioterapia da Oncomed.</p>
<p>No regime mieloablativo, a técnica atua em três frentes principais: elimina células cancerígenas que possam permanecer em locais de difícil acesso à quimioterapia denominados <em>“santuários”,</em> como o sistema nervoso central e, nos homens, os testículos, promove uma redução controlada da imunidade e elimina as células da própria medula do paciente, permitindo que a nova medula ocupe esse espaço. Já no regime de intensidade reduzida, são utilizadas doses menores de radiação, com foco principal na imunossupressão, para que não haja rejeição no transplante.</p>
<p>“A escolha do regime depende do tipo de leucemia, do risco da doença, da idade e das condições clínicas do paciente. Em casos mais agressivos, optamos por protocolos mieloablativos. Em situações específicas, principalmente quando o paciente não toleraria doses tão altas, indicamos o regime de intensidade reduzida. O objetivo é sempre aumentar as chances de ‘pega’ da medula com segurança”, acrescenta o especialista.</p>
<p><strong>Tecnologia em Mato Grosso</strong> &#8211; Utilizada há mais de duas décadas e considerada padrão na literatura médica, a técnica evoluiu com o avanço tecnológico. Equipamentos mais modernos, como a Radixact, máquina de radioterapia que deve chegar na Oncomed este ano, permitem maior precisão na aplicação da dose e, em alguns casos, possibilitam irradiar especificamente a medula óssea e os tecidos linfáticos, reduzindo a exposição de outros órgãos e, consequentemente, os efeitos colaterais.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br/radioterapia-amplia-chances-de-sucesso-no-transplante-contra-leucemia/">Radioterapia amplia chances de sucesso no transplante contra leucemia</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br">Íntegra Comunicação Estratégica</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://comunicacaointegra.com.br/radioterapia-amplia-chances-de-sucesso-no-transplante-contra-leucemia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
