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	<title>Arquivos Oncomed - Íntegra Comunicação Estratégica</title>
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		<title>Nova geração da radioterapia alia tecnologia e precisão no combate ao câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 18:53:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Equipamentos modernos permitem adaptar o tratamento às mudanças do paciente e acompanhar o tumor em tempo real durante a aplicação da radiação Há pouco mais de uma década, os tratamentos de radioterapia exigiam margens de segurança maiores para garantir que a radiação atingisse corretamente o tumor. Isso acontecia porque o corpo humano está em constante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Equipamentos modernos permitem adaptar o tratamento às mudanças do paciente e acompanhar o tumor em tempo real durante a aplicação da radiação</em></p>
<p class="ql-align-justify">Há pouco mais de uma década, os tratamentos de radioterapia exigiam margens de segurança maiores para garantir que a radiação atingisse corretamente o tumor. Isso acontecia porque o corpo humano está em constante movimento — seja pela respiração, pela tosse ou até por pequenas mudanças de posição do próprio paciente durante a sessão. Hoje, graças aos avanços tecnológicos, os equipamentos conseguem acompanhar esses movimentos em tempo real, tornando o tratamento mais preciso e reduzindo a exposição desnecessária dos tecidos e órgãos saudáveis.</p>
<p class="ql-align-justify">Considerada uma das áreas que mais evoluíram na oncologia nos últimos anos, a radioterapia utiliza radiação direcionada para destruir células tumorais. Com a incorporação de novas tecnologias, os tratamentos se tornaram mais personalizados, seguros e menos invasivos. Além de aumentar as chances de controle e cura da doença, esses avanços também contribuem para uma melhor qualidade de vida dos pacientes.</p>
<p class="ql-align-justify">Em Mato Grosso, a Oncomed-MT acompanha essa evolução ao incorporar recursos presentes nos principais centros oncológicos do mundo. Entre as inovações mais relevantes está a radioterapia adaptativa, modalidade que permite ajustar o planejamento do tratamento ao longo das sessões, acompanhando as mudanças naturais do organismo e do próprio tumor durante o processo terapêutico.</p>
<p class="ql-align-justify">“A radioterapia adaptativa funciona como um tratamento que evolui junto com o paciente e a diminuição de sua doença, na grande maioria das vezes, durante o tratamento irradiante. Ao longo das semanas, o tumor pode diminuir de tamanho, órgãos podem mudar discretamente de posição e até a anatomia corporal pode se modificar. Com essa tecnologia, conseguimos atualizar o planejamento sempre que necessário, com auxilio da IA, mantendo a máxima precisão durante todo o tratamento”, explica o radio-oncologista e consultor de radioterapia da Oncomed-MT, Antônio Cássio Pellizzon.</p>
<p class="ql-align-justify">Outro avanço importante é o chamado tracking (rastreamento tumoral), tecnologia capaz de identificar automaticamente os movimentos do paciente durante a sessão e acompanhar o tumor em tempo real. Na prática, o sistema consegue “seguir” o alvo mesmo diante de movimentos involuntários, como a respiração, garantindo que a radiação seja entregue exatamente onde é necessária.</p>
<p class="ql-align-justify">Esse recurso é especialmente importante em regiões como pulmão, fígado e abdômen, onde pequenas movimentações podem alterar o posicionamento do tumor durante a aplicação da radiação.</p>
<p class="ql-align-justify">“No passado, era necessário irradiar áreas maiores para compensar possíveis deslocamentos do tumor. Hoje, conseguimos monitorar esse movimento continuamente e concentrar a radiação apenas na região que precisa ser tratada, preservando melhor os tecidos saudáveis ao redor”, destaca Pellizzon.</p>
<p class="ql-align-justify">Segundo o especialista, a combinação dessas tecnologias contribui para reduzir efeitos colaterais e ampliar as possibilidades de tratamentos com intenção curativa em diferentes tipos de câncer.</p>
<p class="ql-align-justify">“A radioterapia moderna não busca apenas controlar a doença. Nosso objetivo é tratar o câncer com a maior eficácia possível, preservando a funcionalidade dos órgãos e a qualidade de vida do paciente. Esse é um dos pilares da oncologia contemporânea”, afirma.</p>
<p class="ql-align-justify">Esses recursos fazem parte de uma nova geração de sistemas de radioterapia de alta precisão, como o Radixact, plataforma que integra tecnologias avançadas de imagem, radioterapia adaptativa e rastreamento tumoral em tempo real. Considerado um dos equipamentos mais modernos da atualidade, o sistema deve ampliar em breve o acesso a tratamentos de alta tecnologia em Cuiabá.</p>
<p class="ql-align-justify">“Nos últimos anos, a radioterapia deixou de ser apenas uma ferramenta complementar e passou a desempenhar um papel cada vez mais estratégico no tratamento do câncer. Os avanços tecnológicos trouxeram ganhos expressivos em precisão, segurança e resultados, beneficiando diretamente os pacientes”, conclui Pellizzon.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>Sobre a Oncomed-MT</strong> – Situada em Cuiabá (MT), a clínica especializada no tratamento multidisciplinar do câncer iniciou suas atividades em 1996. Hoje conta com sede ampla, de fácil acesso e fortemente estruturada, dispondo de consultórios, ala de quimioterapia com farmácia unidade de radioterapia. O corpo clínico é formado por oncologistas clínicos, cirurgiões oncológicos, radio-oncologistas, hematologistas, mastologistas, urologistas e profissionais especializados em cuidados paliativos.</p>
<p class="ql-align-justify">Saiba mais em <a href="http://www.oncomedmt.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.oncomedmt.com.br</a>.</p>
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		<title>Silencioso, câncer de rim exige atenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 18:42:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tabagismo, obesidade e hipertensão estão entre os principais fatores de risco da doença O câncer de rim é uma doença que afeta milhares de brasileiros todos os anos. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), é estimado mais de 8 mil novos casos de câncer de rim por ano no Brasil, para o triênio 2026-2028. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tabagismo, obesidade e hipertensão estão entre os principais fatores de risco da doença</em></p>
<p class="ql-align-justify">O câncer de rim é uma doença que afeta milhares de brasileiros todos os anos. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), é estimado mais de 8 mil novos casos de câncer de rim por ano no Brasil, para o triênio 2026-2028. Para ampliar a conscientização sobre fatores de risco, sinais de alerta e a importância do diagnóstico precoce, o mês de junho é marcado pela campanha Junho Verde.</p>
<p class="ql-align-justify">A doença acomete principalmente homens e é mais frequente entre pessoas de 50 e 70 anos. O tipo mais comum é o carcinoma de células renais, responsável por cerca de 90% dos casos. Entre os principais fatores de risco estão o tabagismo, a hipertensão arterial, o excesso de peso e o histórico familiar da doença. A obesidade, inclusive, é apontada por especialistas como um dos fatores associados ao aumento dos casos de câncer renal nas últimas décadas.</p>
<p class="ql-align-justify">Considerado um câncer silencioso, o tumor renal costuma não apresentar sintomas nas fases iniciais. Em muitos casos, o diagnóstico ocorre de forma incidental, durante exames de imagem realizados por outros motivos, como ultrassonografias e tomografias.</p>
<p class="ql-align-justify">No entanto, à medida que a doença avança, alguns sinais podem surgir. “Dor abdominal persistente, presença de sangue na urina, massa palpável na região abdominal, além de sintomas como perda de peso, febre e cansaço são alguns dos principais indícios da doença”, explica Gabriel Zanardo, médico oncologista da Oncomed.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2759 aligncenter" src="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Dr.-Gabriel-Zanardo_Oncologista-Clinico-scaled.jpg" alt="" width="607" height="405" srcset="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Dr.-Gabriel-Zanardo_Oncologista-Clinico-scaled.jpg 2560w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Dr.-Gabriel-Zanardo_Oncologista-Clinico-300x200.jpg 300w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Dr.-Gabriel-Zanardo_Oncologista-Clinico-1024x684.jpg 1024w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Dr.-Gabriel-Zanardo_Oncologista-Clinico-768x513.jpg 768w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Dr.-Gabriel-Zanardo_Oncologista-Clinico-1536x1025.jpg 1536w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Dr.-Gabriel-Zanardo_Oncologista-Clinico-2048x1367.jpg 2048w" sizes="(max-width: 607px) 100vw, 607px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Gabriel Zanardo, médico oncologista da Oncomed</em></p>
<p>A adoção de hábitos saudáveis é uma das principais formas de prevenção. Manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas regularmente, não fumar e realizar acompanhamento médico periódico contribuem para a redução dos fatores de risco e para a identificação precoce da doença.</p>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="ip-text-block" align="left">
<div>
<p class="ql-align-justify">“Quando o câncer é diagnosticado em estágios iniciais, muitas vezes é possível realizar uma cirurgia conservadora, removendo apenas o tumor e preservando o restante do rim. Já nos casos mais avançados, pode ser necessária a retirada completa do órgão, além da associação de tratamentos como imunoterapia e quimioterapia”, destaca Fernando Leão, urologista da Oncomed.</p>
<p class="ql-align-justify">A campanha Junho Verde reforça que a informação e o acompanhamento médico regular são aliados fundamentais no combate ao câncer de rim. Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de sucesso no tratamento e de preservação da qualidade de vida dos pacientes.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>Sobre a Oncomed-MT</strong> – Situada em Cuiabá (MT), a clínica especializada no tratamento multidisciplinar do câncer iniciou suas atividades em 1996. Hoje conta com sede ampla, de fácil acesso e fortemente estruturada, dispondo de consultórios, ala de quimioterapia com farmácia unidade de radioterapia. O corpo clínico é formado por oncologistas clínicos, cirurgiões oncológicos, radio-oncologistas, hematologistas, mastologistas, urologistas e profissionais especializados em cuidados paliativos.</p>
<p class="ql-align-justify">Saiba mais em <a href="http://www.oncomedmt.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.oncomedmt.com.br</a>.</p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Feridas persistentes na boca podem indicar câncer</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/feridas-persistentes-na-boca-podem-indicar-cancer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 18:58:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com mais de 17 mil novos casos estimados por ano no Brasil, especialistas alertam para sinais do câncer de boca que muitas vezes passam despercebidos  Ao longo desse mês, a campanha Maio Vermelho intensifica ações de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de boca, que afeta lábios, gengivas, bochechas, céu da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com mais de 17 mil novos casos estimados por ano no Brasil, especialistas alertam para sinais do câncer de boca que muitas vezes passam despercebidos </em></p>
<p class="ql-align-justify">Ao longo desse mês, a campanha Maio Vermelho intensifica ações de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de boca, que afeta lábios, gengivas, bochechas, céu da boca, garganta, a região embaixo da língua e os dois terços anteriores da língua.</p>
<p class="ql-align-justify">Segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar mais de 17 mil novos casos de câncer de boca por ano no triênio 2026-2028. Embora possua altas chances de identificação precoce, ainda é elevado o índice de diagnóstico tardio da doença. De acordo com o INCA, mais de 60% dos casos são identificados em fase avançada, o que reduz as chances de cura e aumentam as sequelas do tratamento.</p>
<p class="ql-align-justify">Os principais fatores de risco estão ligados ao estilo de vida, como o tabagismo e o consumo frequente de bebidas alcoólicas. Dados do livro Diagnóstico Precoce do Câncer de Boca (INCA/Ministério da Saúde), revelam que a chance de adoecer entre fumantes, é quase cinco vezes maior que entre não fumantes.</p>
<p class="ql-align-justify">Além disso, a exposição prolongada ao sol sem proteção pode causar câncer nos lábios, e a infecção pelo vírus HPV (papilomavírus humano) também tem sido relacionada a alguns casos, principalmente, em pacientes mais jovens e não fumantes. Especialistas destacam que hábitos saudáveis e visitas regulares ao dentista são fundamentais para a prevenção.</p>
<p class="ql-align-justify">De acordo com o Ministério da Saúde, a doença é mais frequente em homens com mais de 40 anos, tabagistas. A língua é uma das regiões mais acometida, e o carcinoma de células escamosas (CEC) é o tipo histológico mais frequente.</p>
<p class="ql-align-justify">A oncologista clínica da Oncomed-MT, Letícia França, explica sobre os sinais de alerta. “Lesões que não cicatrizam por mais de 15 dias, manchas avermelhadas ou esbranquiçadas, sangramento, nódulos no pescoço e rouquidão persistente, estão entre os principais sinais e sintomas de alerta”. A médica lembra ainda que nos casos mais avançados, observa-se dor, dificuldade de mastigar, engolir e falar, assim como de movimentar a língua.</p>
<p class="ql-align-justify">Assim como em outros tipos de câncer, especialistas afirmam que a conscientização e o diagnóstico precoce são os principais aliados no combate à doença, aumentando significativamente as chances de cura e minimizando as sequelas.</p>
<p class="ql-align-justify">A cirurgia com ou sem reconstrução é o tratamento mais indicado. Em alguns casos, também pode ser necessária a retirada dos gânglios do pescoço de um ou dos dois lados para evitar a disseminação da doença. Em pacientes com doença mais avançada a discussão multiprofissional pode aumentar a probabilidade de cura e minimizar as sequelas dos tratamentos cirúrgico, radio e quimioterápico.</p>
<p class="ql-align-justify">Com relação ao tratamento quimioterápico, a especialista explica ainda que a imunoterapia no câncer de boca, pode aumentar as taxas de ressecção cirúrgica e a sobrevida dos pacientes em tumores mais avançados.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-2730 aligncenter" src="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dr.-Pedro-Turra.jpeg" alt="" width="735" height="551" srcset="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dr.-Pedro-Turra.jpeg 1280w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dr.-Pedro-Turra-300x225.jpeg 300w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dr.-Pedro-Turra-1024x768.jpeg 1024w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dr.-Pedro-Turra-768x576.jpeg 768w" sizes="(max-width: 735px) 100vw, 735px" /></p>
<p class="ql-align-justify">O cirurgião de cabeça e pescoço da Oncomed-MT, Pedro Turra, explica que, de maneira geral, quanto maior o câncer, mais invasivo tende a ser o tratamento. Segundo ele, o diagnóstico precoce é determinante para aumentar as chances de cura e reduzir os impactos ao paciente. “Quanto mais precoce a detecção, melhor a chance de cura, porque quanto maior o tumor, maior a intensidade do tratamento. Em um estágio mais avançado, o tratamento é mais invasivo, e o trauma é maior, sendo necessário agregar radioterapia e quimioterapia”, resume.</p>
<p class="ql-align-justify">Diante desse cenário, a atuação dos dentistas ganha ainda mais relevância no processo de identificação precoce da doença. Isso porque, muitas vezes, esses profissionais são os primeiros a observar alterações suspeitas durante as consultas de rotina. “O papel do dentista é fundamental, porque ele é o primeiro profissional que costuma avaliar essas queixas, principalmente nos pacientes com lesões que persistem por mais de duas semanas”, complementa Turra.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>Sobre a Oncomed-MT</strong> – Situada em Cuiabá (MT), a clínica especializada no tratamento multidisciplinar do câncer iniciou suas atividades em 1996. Hoje conta com sede ampla, de fácil acesso e fortemente estruturada, dispondo de consultórios, ala de quimioterapia com farmácia unidade de radioterapia. O corpo clínico é formado por oncologistas clínicos, cirurgiões oncológicos, radio-oncologistas, hematologistas, mastologistas, urologistas e profissionais especializados em cuidados paliativos.</p>
<p class="ql-align-justify">Saiba mais em <a href="http://www.oncomedmt.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.oncomedmt.com.br</a>.</p>
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		<title>Oncomed promove atualização sobre tratamento do câncer de próstata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:30:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Evento reuniu oncologistas, radio-oncologistas, urologistas e farmacêuticos para debater avanços terapêuticos A Oncomed promoveu mais um encontro voltado à atualização de especialistas da área da oncologia, reunindo oncologistas, radio-oncologistas, urologistas e farmacêuticos para uma aula sobre os avanços no tratamento do câncer de próstata. Ministrada pelo oncologista clínico Marcelo Bumlai, um dos fundadores da Oncomed, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Evento reuniu oncologistas, radio-oncologistas, urologistas e farmacêuticos para debater avanços terapêuticos</em></p>
<p>A Oncomed promoveu mais um encontro voltado à atualização de especialistas da área da oncologia, reunindo oncologistas, radio-oncologistas, urologistas e farmacêuticos para uma aula sobre os avanços no tratamento do câncer de próstata. Ministrada pelo oncologista clínico Marcelo Bumlai, um dos fundadores da Oncomed, a atualização foi realizada nas dependências do restaurante Taberna Portuguesa, em um ambiente que favoreceu a troca de experiências e o debate entre profissionais da saúde.</p>
<p>A programação contou com apoio da indústria farmacêutica e teve como foco a apresentação de novas abordagens terapêuticas, protocolos atualizados e discussões clínicas voltadas ao manejo da doença. O encontro também reuniu especialistas de clínicas parceiras, fortalecendo a integração entre profissionais e instituições que atuam na área oncológica.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-2721 aligncenter" src="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-12-at-14.06.41.jpeg" alt="" width="591" height="591" srcset="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-12-at-14.06.41.jpeg 1280w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-12-at-14.06.41-300x300.jpeg 300w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-12-at-14.06.41-1024x1024.jpeg 1024w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-12-at-14.06.41-150x150.jpeg 150w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-12-at-14.06.41-768x768.jpeg 768w" sizes="(max-width: 591px) 100vw, 591px" /></p>
<p>Segundo Bumlai, iniciativas como essa fazem parte da rotina da Oncomed, que realiza regularmente encontros científicos, com o objetivo de promover educação continuada, atualização médica e compartilhamento de conhecimento entre especialistas.</p>
<p>Além de ampliar o debate sobre as estratégias mais modernas no tratamento do câncer de próstata, o evento reforçou o compromisso da Oncomed com a excelência no cuidado oncológico e com a constante qualificação dos profissionais envolvidos na assistência aos pacientes.</p>
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		<item>
		<title>Nova fronteira no combate ao câncer de esôfago aposta na força do próprio organismo</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/nova-fronteira-no-combate-ao-cancer-de-esofago-aposta-na-forca-do-proprio-organismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 13:45:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Modalidade ganha espaço com novas aprovações da Anvisa, enquanto avanços na cirurgia ampliam as possibilidades de tratamento da doença Discreto e muitas vezes silencioso, o câncer de esôfago se desenvolve em uma das estruturas mais essenciais do corpo humano: o canal que leva o alimento da boca ao estômago. A doença está frequentemente associada a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Modalidade ganha espaço com novas aprovações da Anvisa, enquanto avanços na cirurgia ampliam as possibilidades de tratamento da doença</em></p>
<p class="ql-align-justify">Discreto e muitas vezes silencioso, o câncer de esôfago se desenvolve em uma das estruturas mais essenciais do corpo humano: o canal que leva o alimento da boca ao estômago. A doença está frequentemente associada a fatores de risco como tabagismo, consumo excessivo de álcool, refluxo gastroesofágico crônico, obesidade, alimentação pobre em frutas e vegetais e condições como o esôfago de Barrett. Quando surgem os primeiros sinais, como dificuldade para engolir, o quadro frequentemente já está em estágio avançado, o que torna o diagnóstico precoce e os avanços no tratamento ainda mais decisivos.</p>
<p class="ql-align-justify">Abril, mês marcado pela conscientização sobre o câncer de esôfago, traz também novos cenários para o tratamento desse tipo de tumor. Avanços recentes na oncologia têm reposicionado a imunoterapia como uma das principais estratégias, ampliando possibilidades em diferentes estágios da doença.</p>
<p class="ql-align-justify">“Enquanto as abordagens tradicionais, como a quimioterapia, atuam diretamente sobre o tumor, as terapias mais recentes, com destaque para a imunoterapia e combinações com terapias-alvo, estão ganhando cada vez mais espaço no tratamento do câncer de esôfago em 2025 e 2026. Esses avanços não só atacam as células tumorais, mas também reprogramam o sistema imunológico para que ele reconheça e combata a doença com maior eficiência. O resultado é uma estratégia mais inteligente e direcionada, que amplia as opções de tratamento e traz novas perspectivas para os pacientes”, explica o oncologista clínico da Oncomed, Eduardo Dicke.</p>
<p class="ql-align-justify">As atualizações mais recentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçam o avanço no tratamento do câncer de esôfago. Em 2026, a agência ampliou o uso do imunoterápico, em combinação com quimioterapia, para tumores gastroesofágicos com indicação cirúrgica e potencial intenção curativa. Na prática, isso significa mais tempo de vida e melhores resultados no tratamento para uma parte dos pacientes.</p>
<p class="ql-align-justify">Isso altera significativamente a jornada do paciente. Anteriormente, especialmente em estágios mais avançados da doença, o tratamento seguia uma sequência mais rígida: quimioterapia, às vezes radioterapia, e, por fim, cirurgia. Hoje, surge uma abordagem mais integrada, com quimioterapia combinada à imunoterapia antes da cirurgia e, em alguns casos, a continuidade da imunoterapia após o procedimento. Esse movimento amplia as chances de resposta ao tratamento e abre caminho para intervenções cirúrgicas mais precisas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-2696" src="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dr.-Rafael_Moura_Cirurgiao-Oncologico-scaled.jpg" alt="" width="741" height="494" srcset="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dr.-Rafael_Moura_Cirurgiao-Oncologico-scaled.jpg 2560w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dr.-Rafael_Moura_Cirurgiao-Oncologico-300x200.jpg 300w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dr.-Rafael_Moura_Cirurgiao-Oncologico-1024x684.jpg 1024w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dr.-Rafael_Moura_Cirurgiao-Oncologico-768x513.jpg 768w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dr.-Rafael_Moura_Cirurgiao-Oncologico-1536x1025.jpg 1536w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dr.-Rafael_Moura_Cirurgiao-Oncologico-2048x1367.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 741px) 100vw, 741px" /></p>
<p class="ql-align-justify"><strong>Evolução cirúrgica &#8211; </strong>É nesse contexto que o papel da cirurgia também passa por transformações. Segundo o cirurgião oncológico da Oncomed, Rafael Moura, a integração entre as diferentes modalidades tem permitido abordar tumores antes considerados inoperáveis. “Quando há uma boa resposta ao tratamento sistêmico, especialmente com a associação da imunoterapia, maiores são as chances de realizarmos uma cirurgia com intenção curativa. Em casos em que o tumor regrediu completamente com o tratamento, a cirurgia pode tornar-se desnecessária”, explica.</p>
<p class="ql-align-justify">O especialista destaca que o tratamento passou a contar com o apoio de tecnologias mais precisas, como a robótica, que contribui para procedimentos menos invasivos e melhor recuperação dos pacientes. “A cirurgia do câncer de esôfago é complexa e exige uma avaliação criteriosa. Com os avanços recentes, conseguimos fazer um planejamento com procedimentos menos invasivos e melhor recuperação do paciente”, afirma.</p>
<p class="ql-align-justify">Moura também reforça que, apesar dos avanços, o sucesso do tratamento ainda depende do diagnóstico precoce. “Identificar a doença em fases iniciais faz toda a diferença. De forma geral, a cirurgia é recomendada quando o tumor está localizado e há possibilidade de remoção completa, especialmente após uma boa resposta aos tratamentos prévios, como quimioterapia e imunoterapia, sempre considerando as condições clínicas do paciente”.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>Desafio &#8211; </strong>Na mesma linha, Dicke chama atenção para um dos principais desafios atuais no cenário da doença. “Apesar dos avanços e dos resultados promissores, os imunoterápicos ainda estão, em sua maioria, restritos ao sistema privado de saúde. São tratamentos de alto custo, o que limita o acesso para grande parte da população. O próximo passo é justamente ampliar essa oferta, para que mais pacientes possam se beneficiar dessas novas abordagens”.</p>
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		<title>Médicos da Oncomed participam de congresso internacional em uro-oncologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:57:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Urologista Fernando Leão atua como debatedor em módulo sobre câncer de testículo durante um dos principais eventos da área no país Entre os dias 15 e 18 de abril de 2026, São Paulo recebe o 17º Congresso Internacional de Uro-oncologia e o 12º Simpósio Multiprofissional de Uro-oncologia, reunindo especialistas de referência nacional e internacional para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Urologista Fernando Leão atua como debatedor em módulo sobre câncer de testículo durante um dos principais eventos da área no país</em></p>
<p>Entre os dias 15 e 18 de abril de 2026, São Paulo recebe o 17º Congresso Internacional de Uro-oncologia e o 12º Simpósio Multiprofissional de Uro-oncologia, reunindo especialistas de referência nacional e internacional para discutir os avanços mais recentes no diagnóstico e tratamento dos tumores urológicos.</p>
<p>A Oncomed marca presença no evento com a participação de seu corpo clínico. O urologista Fernando Leão integra a programação científica como debatedor no módulo dedicado ao câncer de testículo, contribuindo nas discussões sobre o manejo ideal de pacientes com doença localizada e também daqueles com doença metastática.</p>
<p>Além de Fernando, também participam do congresso a diretora administrativa e oncologista clínica Cristina Guimarães Inocêncio, o diretor técnico e oncologista clínico Marcelo Bumlai e a oncologista clínica Najla Navarros.</p>
<p><strong>17º Congresso Internacional de Uro-oncologia</strong> – Realizado há 16 anos, o Congresso Internacional de Uro-oncologia é considerado um dos mais relevantes da área, reunindo médicos e pesquisadores para discutir temas relacionados ao diagnóstico e tratamento dos tumores urológicos. A programação inclui participação de especialistas nacionais e internacionais, além de debates de casos clínicos, cursos e apresentação de trabalhos científicos, compondo um espaço voltado à atualização e troca de conhecimento na área.</p>
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		<title>A medicina não resistiu à tecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 18:40:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dr. Victor Sano* Por décadas, consolidou-se no imaginário da gestão hospitalar a ideia de que o corpo clínico é o principal entrave à inovação tecnológica. No entanto, o relatório &#8220;The 2025 Physicians AI Report&#8221;, publicado em outubro de 2025 que entrevistou mais de mil médicos de 106 diferentes especialidades, destrói esse mito e revela uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Por Dr. Victor Sano*</em></p>
<p style="text-align: left;">Por décadas, consolidou-se no imaginário da gestão hospitalar a ideia de que o corpo clínico é o principal entrave à inovação tecnológica. No entanto, o relatório <strong>&#8220;The 2025 Physicians AI Report&#8221;</strong>, publicado em outubro de 2025 que entrevistou mais de mil médicos de 106 diferentes especialidades, destrói esse mito e revela uma realidade muito mais complexa: o médico não resiste à tecnologia.</p>
<p class="ql-align-justify">Estamos vivendo o que o estudo chama de <strong>&#8220;O Grande Desalinhamento&#8221;</strong>. Enquanto <strong>67% dos médicos já utilizam Inteligência Artificial (IA) diariamente</strong> em sua prática e 84% acreditam que ela os torna melhores profissionais, a gestão implementa tecnologias sem consultar os profissionais de saúde, diminuindo muitas vezes a aderência e o engajamento.</p>
<p class="ql-align-justify">O paradoxo é claro: o médico está pronto para o futuro, mas a governança hospitalar parece presa a processos de avaliação que levam 18 meses para aprovar ferramentas que o corpo clínico já validou na linha de frente. Esse atraso não é apenas uma questão de eficiência; é um risco à segurança de dados, uma vez que a falta de soluções oficiais empurra os profissionais para ferramentas de nível de consumidor.</p>
<p class="ql-align-justify">A desconexão torna-se ainda mais evidente quando analisamos as prioridades. Enquanto empresas de tecnologia e diretores focam no lado mais “hypado” da IA — diagnósticos complexos e suporte à decisão clínica, o médico clama por <strong>alívio administrativo</strong>.</p>
<p class="ql-align-justify">Para <strong>65% dos profissionais, a prioridade número um é a eliminação da documentação manual</strong>. Eles querem que a IA cuide dos cliques inúteis e da burocracia para que possam, finalmente, restaurar a &#8220;Arte da Medicina&#8221;: o contato visual, a intuição e a conexão humana que os sistemas de prontuário eletrônico ajudaram a destruir.</p>
<p class="ql-align-justify">Há, contudo, um temor legítimo. <strong>30% dos médicos temem que a IA seja &#8220;armada&#8221;</strong> por administradores e fontes pagadoras para priorizar o lucro e o volume de pacientes em detrimento do cuidado e da autonomia clínica. Existe o medo jurídico: ser processado se usar uma IA que erra, ou ser processado por não usar uma IA que teria evitado o erro.</p>
<p class="ql-align-justify">Para que a saúde realmente avance, o modelo de governança precisa mudar. A tecnologia deve ser focada no médico e não nas instituições. Isso significa dar ao corpo clínico <strong>influência real</strong> na escolha das ferramentas — algo que 71% dos médicos sentem não ter hoje, segundo o estudo publicado pela offcall empresa especializada em orientar os profissionais nas áreas de finanças e qualidade de vida.</p>
<p class="ql-align-justify">A IA não vai substituir o médico; <strong>87% dos profissionais rejeitam essa ideia</strong>. Pelo contrário, ela tem o potencial de salvar a profissão do burnout, que é um estado de exaustão física, emocional e mental causado por estresse frequente causado pelo trabalho.</p>
<p class="ql-align-justify">Mas, para isso, as organizações precisam parar de impor ferramentas de cima para baixo e começar a ouvir quem realmente está ao lado do leito, o médico. O futuro da medicina exige tecnologia de ponta, mas sua alma ainda depende da autonomia de quem a pratica.</p>
<p class="ql-align-justify">*<strong>Dr. Victor Sano</strong> é radio-oncologista com atuação na Oncomed-MT, Professor Universitário na Univag e Mestre em Educação em Saúde.</p>
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		<title>Cuidar de si também é parte do tratamento</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/cuidar-de-si-tambem-e-parte-do-tratamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 20:35:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista da Oncomed-MT orienta sobre procedimentos com cabelos, unhas e pele durante tratamento do câncer, com foco em segurança e bem-estar &#160; O tratamento do câncer é uma jornada que vai muito além dos medicamentos e das visitas regulares ao médico. Ao longo do processo, podem surgir efeitos visíveis como a queda de cabelo, alterações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Especialista da Oncomed-MT orienta sobre procedimentos com cabelos, unhas e pele durante tratamento do câncer, com foco em segurança e bem-estar</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tratamento do câncer é uma jornada que vai muito além dos medicamentos e das visitas regulares ao médico. Ao longo do processo, podem surgir efeitos visíveis como a queda de cabelo, alterações nas unhas e mudanças na pele, que impactam não apenas a saúde física, mas também a autoestima, a identidade e o bem-estar emocional, principalmente das mulheres. Para a oncologista clínica da Oncomed-MT, Najla Navarros, o autocuidado deve ser entendido como parte do próprio tratamento.</p>
<p>“Cuidar de si mesma durante esse processo é uma forma de fortalecimento: físico, mental e social. Não é vaidade. É saúde emocional e qualidade de vida. Hoje entendemos que tratar o câncer é cuidar da pessoa como um todo”. A médica relata que entre as mudanças que mais mexem com pacientes está a queda de cabelo provocada pela quimioterapia. Isso acontece porque os medicamentos agem em células de rápida divisão, como as do folículo capilar. Em alguns protocolos de tratamento, a perda pode ser intensa, por isso o preparo emocional antes do início do tratamento faz diferença.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-2676" src="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Najla-Navarros.jpeg" alt="" width="603" height="603" srcset="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Najla-Navarros.jpeg 1000w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Najla-Navarros-300x300.jpeg 300w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Najla-Navarros-150x150.jpeg 150w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Najla-Navarros-768x768.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 603px) 100vw, 603px" /></p>
<p>“A informação antecipada reduz a ansiedade e amplia a sensação de controle. Em alguns casos, o resfriamento do couro cabeludo, por meio do uso da touca de crioterapia, pode ajudar a diminuir a queda, mas essa indicação precisa ser individualizada e discutida com a equipe médica”, explica.</p>
<p><strong>Pode ou não pode?</strong></p>
<p>Durante o tratamento ativo, também é recomendado evitar descolorações, alisamentos químicos e tinturas permanentes agressivas. “Muitas mulheres encontram uma alternativa nos lenços e turbantes, mas não existe obrigação. Cada mulher deve escolher o que a faz se sentir melhor”, enfatiza.</p>
<p>As unhas podem sofrer alterações, tornando-se mais frágeis, quebradiças ou com manchas. Como a imunidade pode estar reduzida, pequenos traumas aumentam o risco de infecção. “É recomendado evitar retirar cutículas de forma agressiva. E é fundamental utilizar materiais esterilizados em serviços de manicure”.  A médica traz ainda o alerta: unhas de gel, fibra ou acrílico não são recomendadas durante a quimioterapia ativa. “Elas podem causar microtraumas e dificultar a identificação precoce de inflamações e infecções, por exemplo”.</p>
<p>Quando o assunto é maquiagem, a orientação é equilíbrio e segurança. Produtos leves, hipoalergênicos e dermatologicamente testados podem ajudar na reconexão com a própria imagem, desde que não sejam compartilhados e que haja higienização adequada dos pincéis. Em contrapartida, procedimentos que perfuram ou lesionam a pele, como micropigmentação, extensão de cílios, peelings profundos, laser e microagulhamento, devem ser evitados durante o tratamento devido ao risco de infecção e à cicatrização mais lenta.</p>
<p>Além disso, pacientes que realizam procedimentos estéticos devem sempre informar a equipe médica antes de exames de imagem, como ressonância magnética, tomografia ou PET-CT. Alguns materiais utilizados em preenchimentos ou bioestimuladores de colágeno podem aparecer nos exames e gerar alterações que dificultam a interpretação dos resultados. Por isso, é recomendado evitar esses procedimentos próximos às datas de exames e sempre buscar orientação do oncologista.</p>
<p><strong>Estética como aliada</strong> – Após liberação médica, muitos cuidados estéticos podem ser retomados gradualmente. “O autocuidado é um aliado importante para manter a autoestima durante o tratamento. O mais importante é que tudo seja feito com orientação da equipe médica, para que não haja risco ao tratamento.”</p>
<p>A recomendação final é clara: o uso de qualquer produto ou a realização de procedimentos devem ser discutidos com a equipe oncológica. O autocuidado não substitui o tratamento, mas o complementa com segurança, informação e respeito à individualidade.</p>
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		<title>Câncer colorretal: mais que números, pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 20:18:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Gilmar Ferreira do Espírito Santo* No calendário anual de saúde, o mês de março recebe o laço azul e traz a missão de lembrar a todos o quanto é importante estarmos atentos à saúde intestinal. Denominada câncer colorretal, a doença, que acomete cólon (intestino grosso) e reto, tem boas chances de cura quando diagnosticada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por: Gilmar Ferreira do Espírito Santo*</strong></p>
<p>No calendário anual de saúde, o mês de março recebe o laço azul e traz a missão de lembrar a todos o quanto é importante estarmos atentos à saúde intestinal. Denominada câncer colorretal, a doença, que acomete cólon (intestino grosso) e reto, tem boas chances de cura quando diagnosticada em estágios iniciais – mas vem registrando significativo crescimento no Brasil e no mundo, o que deixa a área de saúde em alerta.</p>
<p>Segundo a mais recente estatística divulgada pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deve registar, este ano, quase 54 mil novos casos. É um dos tumores de maior incidência, sendo o segundo entre homens e mulheres no país, e apresenta importante elevação da ocorrência em pessoas mais jovens, a partir dos 45 anos, podendo, no entanto, ser evitado. Este é o ponto que precisa ser amplamente divulgado.</p>
<p>A prevenção certamente engloba questões comportamentais, como a alimentação e os exercícios físicos, mas devemos nos ater aqui, sobretudo, à realização de um exame já bastante conhecido e relativamente simples: a colonoscopia. Além de ser considerado “padrão ouro” na detecção de doenças intestinais, o procedimento permite que, durante sua realização, sejam retirados pólipos (formações semelhantes a verrugas e que podem se tornar tumores), barrando a evolução para um câncer.</p>
<p>Contudo, assim como em outros tipos de neoplasias, a prevenção permanece com status de grande desafio. Vários fatores contribuem para que boa parte dos diagnósticos não sejam realizados em estágios iniciais, com destaque para a falta de uma política estruturada de rastreamento na saúde pública. Estudo realizado pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) mostra que o gasto com tratamentos oncológicos no país é 500% superior aos recursos aplicados em prevenção.</p>
<p>Precisamos atuar fortemente para mudar este cenário. Mais do que uso ineficiente de recursos financeiros, estamos falando de pessoas. Quando os cânceres, em geral, são detectados no começo, as chances de cura costumam superar os 90%. Ou seja: condutas preventivas preservam vidas. Isso significa que muitas perdas de mães, pais, filhos, filhas e amigos poderiam ser evitadas.</p>
<p>No caso específico do câncer colorretal, as possibilidades de cura com diagnóstico precoce podem alcançar até 95%. Isso sem falar no impacto em tratamentos, que também podem ser mais simples, menos invasivos e com menor comprometimento da qualidade de vida. É um índice absolutamente relevante, que não pode ser negligenciado pelo setor de saúde.</p>
<p>Que cada um de nós, profissionais da área, façamos nossa parte, e que a informação chegue cada vez a mais pessoas, em uma junção de esforços a favor da vida.</p>
<p><strong><em>**Cirurgião oncológico e professor Dr., com atuação na Oncomed e HG-ITC em Cuiabá-MT</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Radioterapia amplia chances de sucesso no transplante contra leucemia</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/radioterapia-amplia-chances-de-sucesso-no-transplante-contra-leucemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 19:58:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Clipping & Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[Oncomed]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Técnica utilizada antes do procedimento fortalece o tratamento e contribui para melhores taxas de enxertia da medula óssea &#160; A leucemia é um tipo de câncer que afeta as células do sangue e tem origem na medula óssea, responsável pela produção das células sanguíneas. Em termos simples, é como se a “fábrica” do sangue passasse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Técnica utilizada antes do procedimento fortalece o tratamento e contribui para melhores taxas de enxertia da medula óssea</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A leucemia é um tipo de câncer que afeta as células do sangue e tem origem na medula óssea, responsável pela produção das células sanguíneas. Em termos simples, é como se a “fábrica” do sangue passasse a trabalhar de forma desorganizada, produzindo células doentes, que não cumprem sua função e ainda ocupam o espaço das células saudáveis. No Brasil, a estimativa é de cerca de 12 mil novos casos por ano no triênio 2026–2028, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).</p>
<p>A doença pode ser classificada de duas maneiras: pela velocidade com que evolui e pelo tipo de célula atingida. Quando a progressão é rápida, trata-se das leucemias agudas; quando ocorre de forma mais lenta, são as crônicas. Já em relação às células afetadas, podem ser linfoides ou mieloides. “Nas formas agudas, a doença avança rapidamente e exige início imediato do tratamento. Já nas crônicas, a evolução costuma ser mais lenta e, em alguns casos, pode permanecer estável por um período”, explica a hematologista Gabriela Matias, da Oncomed-MT.</p>
<p><em><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2666" src="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Gabriela-Matias.jpeg" alt="" width="1600" height="1068" srcset="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Gabriela-Matias.jpeg 1600w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Gabriela-Matias-300x200.jpeg 300w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Gabriela-Matias-1024x684.jpeg 1024w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Gabriela-Matias-768x513.jpeg 768w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Dra.-Gabriela-Matias-1536x1025.jpeg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></em></p>
<p>Os sintomas iniciais podem ser confundidos com outras condições, como anemia. “Cansaço excessivo, palidez, infecções frequentes, sangramentos e manchas roxas pelo corpo são sinais de alerta”, destaca. O primeiro passo é a realização do hemograma. “É um exame simples e acessível, que já pode indicar alterações importantes. Confirmada a suspeita, o encaminhamento ao hematologista deve ser imediato para diagnóstico definitivo e início do tratamento.”</p>
<p>Segundo a especialista, a rapidez no início da terapia é decisiva, principalmente nas formas agudas da doença. “O tratamento deve ser iniciado o mais rapidamente possível, especialmente nos casos de leucemias agudas, que são mais agressivas.”</p>
<p>A base do tratamento é a quimioterapia e, em pacientes classificados como de alto risco, o transplante de medula óssea pode ser indicado como etapa fundamental para consolidar a remissão.</p>
<p><strong>Radioterapia de corpo inteiro &#8211; </strong>Se a leucemia desorganiza a “fábrica” do sangue, o transplante representa a chance de reconstruí-la. E, antes que essa nova medula seja implantada, é importante preparar o organismo para recebê-la.</p>
<p>Alguns pacientes passam pela Irradiação de Corpo Inteiro (<em>Total Body Irradiation – TBI</em>), modalidade de radioterapia utilizada como etapa de condicionamento. “A radioterapia funciona como uma preparação do terreno. Precisamos reduzir ao máximo as células doentes, diminuir a chance de rejeição e abrir espaço para que as células transplantadas consigam crescer”, explica o radio-oncologista Antônio Cássio Pellizon, consultor de radioterapia da Oncomed.</p>
<p>No regime mieloablativo, a técnica atua em três frentes principais: elimina células cancerígenas que possam permanecer em locais de difícil acesso à quimioterapia denominados <em>“santuários”,</em> como o sistema nervoso central e, nos homens, os testículos, promove uma redução controlada da imunidade e elimina as células da própria medula do paciente, permitindo que a nova medula ocupe esse espaço. Já no regime de intensidade reduzida, são utilizadas doses menores de radiação, com foco principal na imunossupressão, para que não haja rejeição no transplante.</p>
<p>“A escolha do regime depende do tipo de leucemia, do risco da doença, da idade e das condições clínicas do paciente. Em casos mais agressivos, optamos por protocolos mieloablativos. Em situações específicas, principalmente quando o paciente não toleraria doses tão altas, indicamos o regime de intensidade reduzida. O objetivo é sempre aumentar as chances de ‘pega’ da medula com segurança”, acrescenta o especialista.</p>
<p><strong>Tecnologia em Mato Grosso</strong> &#8211; Utilizada há mais de duas décadas e considerada padrão na literatura médica, a técnica evoluiu com o avanço tecnológico. Equipamentos mais modernos, como a Radixact, máquina de radioterapia que deve chegar na Oncomed este ano, permitem maior precisão na aplicação da dose e, em alguns casos, possibilitam irradiar especificamente a medula óssea e os tecidos linfáticos, reduzindo a exposição de outros órgãos e, consequentemente, os efeitos colaterais.</p>
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