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	<title>Arquivos Artigos - Íntegra Comunicação Estratégica</title>
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	<description>Soluções completas com entregas customizadas e eficazes em comunicação corporativa e estratégica</description>
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		<title>Uma corrida pelo futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 13:34:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Julie Campbell Como alguém que pratica a corrida diariamente, aprendi que cada passo, por menor que pareça, conta. E no caminho da sustentabilidade, essa lógica também se aplica. Cada metro de rede implantada, cada estação de tratamento construída, cada litro de esgoto tratado representa um avanço concreto rumo a um futuro mais sustentável. No [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Julie Campbell</em></p>
<p>Como alguém que pratica a corrida diariamente, aprendi que cada passo, por menor que pareça, conta. E no caminho da sustentabilidade, essa lógica também se aplica. Cada metro de rede implantada, cada estação de tratamento construída, cada litro de esgoto tratado representa um avanço concreto rumo a um futuro mais sustentável. No mês em que celebramos o Dia Mundial do Meio Ambiente, gostaria de destacar o papel essencial do saneamento básico na preservação do nosso planeta.</p>
<p>Desde 2017, temos trilhado um caminho firme em direção à ampliação do esgotamento sanitário em Cuiabá. Já são mais de 520 quilômetros de rede de esgoto implantados. Num comparativo, em linha reta, teríamos distância suficiente para, a partir de Cuiabá, chegar a cidades como Barra do Garças ou Sinop. Investimos R$ 1,3 bilhão em saneamento, em um esforço contínuo para garantir que a infraestrutura acompanhe o crescimento da cidade. E os resultados não estão apenas nos números, mas nos rios, nas margens, na saúde pública e na qualidade de vida.</p>
<p>Os Rios Cuiabá e Coxipó, tão simbólicos para nossa história e cultura, hoje estão mais protegidos. Com o tratamento do esgoto coletado, conseguimos remover diariamente 14 toneladas de carga orgânica que poderiam ir para os mananciais. E o que chamo de saneamento na prática: proteger nascentes, preservar espécies, devolver dignidade à natureza.</p>
<p>A infraestrutura que sustenta esse impacto é robusta e em constante evolução. Já são mais de 30 estações elevatórias de esgoto em operação, permitindo levar o esgoto coletado até as 11 Estações de Tratamento de Esgoto. E já atingimos 91% de cobertura de esgotamento sanitário, índice que coloca Cuiabá entre as capitais com melhores indicadores do Brasil.</p>
<p>E seguiremos avançando. Este ano, vamos implantar seis novas ETEs compactas e também demos início a construção da ETE Sul, com capacidade inicial de tratar 60 litros de esgoto por segundo, a unidade ampliará significativamente o atendimento a cerca de 42 mil pessoas em sua primeira etapa, além de proteger os recursos hídricos da região Sul da cidade.</p>
<p>Falar de meio ambiente é, muitas vezes, falar de grandes causas. Mas é também reconhecer o valor das soluções locais, que geram resultados concretos onde a vida acontece. O saneamento é uma dessas soluções, talvez uma das mais poderosas, porque atua diretamente na base da saúde, da educação, da economia e da preservação ambiental.</p>
<p>Assim como numa corrida, não basta largar bem: é preciso manter o ritmo, ajustar a rota e ter fôlego para ir até o fim. E é isso que fazemos todos os dias na Águas Cuiabá. Cuidamos do esgoto, tratamos a água e, com cada metro de rede, com cada estação construída, estamos avançando pelo meio ambiente. E pelo futuro.</p>
<p><em>*Julie Campbell é diretora operacional da Águas Cuiabá</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>ARTIGO &#124; Querer ouvir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 14:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Glenda Cury* De tempos em tempos nos deparamos com afirmações como “ele não sabe ouvir”, “ela não deixa a gente falar”. Fato é que a escuta consiste em um dos componentes mais valiosos do processo de comunicação. No entanto, mesmo tendo caráter essencial, ela vem sendo progressivamente negligenciada, potencializando equívocos e provocando conflitos quase [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Glenda Cury*</em></p>
<p>De tempos em tempos nos deparamos com afirmações como “ele não sabe ouvir”, “ela não deixa a gente falar”. Fato é que a escuta consiste em um dos componentes mais valiosos do processo de comunicação. No entanto, mesmo tendo caráter essencial, ela vem sendo progressivamente negligenciada, potencializando equívocos e provocando conflitos quase insolúveis. O ato de escutar o outro parece ter se tornado um fardo, talvez porque requeira tempo e atenção, elementos raros na rotina agitada em que vivemos. E é aí que mora o perigo: quando o ouvir não é valorizado, a qualidade das interações despenca, impactando negativamente relações pessoais e profissionais.</p>
<p>Somos dotados de “ferramentas” que nos capacitam a prestar atenção no outro, no contexto e no ambiente. Nossos sentidos, sentimentos e raciocínio nos instrumentalizam, sendo fortalecidos, ainda, por quatro importantes capacidades humanas: autoconhecimento, consciência, imaginação e poder de escolha. Este último, a experiência nos mostra, é determinante quando falamos de relações interpessoais.</p>
<p>Ouvir o outro, perceber o entorno e compreender o contexto apenas vão acontecer se houver, primeiramente, vontade, visto que as escolhas derivam – quase sempre &#8211; do querer. Deste modo a empatia (onde habita a valorização da escuta ativa), que não entra em cena sem ser convidada, só passa a compor hábitos comportamentais diante de um genuíno querer. Assim como ‘é preciso saber viver’, é preciso querer ouvir.</p>
<p>Faço parte de uma empresa de Comunicação que atua em diversas áreas, dentre as quais treinamentos. Em nossos conteúdos e explanações, priorizamos recomendar aos clientes que busquem se dedicar a ouvir as pessoas, passo fundamental ao aperfeiçoamento dos processos comunicacionais com todos os públicos, porta adentro e porta afora das organizações.</p>
<p>Nas conversas com os participantes, frequentemente chega-se à conclusão que todos nós temos ouvido muito pouco, a começar em nossos lares. O tempo é escasso, a sobrecarga é grande e a paciência, curta. O imediatismo impera e passamos escutar cada vez com menos atenção e foco, com tendência a valorizar a presunção em lugar da compreensão. Ou seja: temos dado pouquíssimo valor ao que o outro tem a dizer. Por consequência, cometemos erros operacionais e (mais grave) estratégicos.</p>
<p>Recentemente assisti algumas análises de pesquisas de opinião pública. “A população está frustrada. Não se sente ouvida pelo governo”, afirmavam, em coro, renomados especialistas. Entre os significados de “ouvir” o dicionário traz “dar atenção” e “atender”. Neste sentido, fica evidente que, no cenário político, negligenciar a escuta de qualidade pode gerar danos irreparáveis, fragilizando reputações e diminuindo intenções de voto. No mercado, é um dos caminhos que levam à perda progressiva de clientes e negócios. Na esfera pessoal, produz abismos relacionais muitas vezes perpetuados por gerações.</p>
<p>O desafio, então, é conseguir dar prioridade à escuta, dedicando-se a ela com disciplina e zelo. É possível que sejamos rapidamente surpreendidos com bons frutos, até porque o ato de ouvir tende a ser solidário: quanto mais entregamos, mais recebemos – e todos nós, certamente, desejamos e precisamos ser ouvidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>**Glenda Cury é jornalista e sócia da Íntegra Comunicação Estratégica</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Chave na mão, mercado imobiliário em expansão</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/chave-na-mao-mercado-imobiliario-em-expansao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 16:22:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por César Santos* Em 2024, o mercado imobiliário de Mato Grosso viveu um período de significativo aquecimento. Impulsionado por políticas de incentivo e pelo desenvolvimento local, o sonho da casa própria, antes visto como distante para muitas famílias, tornou-se cada vez mais alcançável. Para os investidores, o cenário ofereceu oportunidades, destacando o potencial comercial das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por César Santos*</strong></p>
<div class="cols_1 1617734871977 ip-section">
<div>
<table role="presentation" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div class="mj-column-per-100 mj-outlook-group-fix ip-column ">
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="ip-text-block" align="left">
<div>
<p>Em 2024, o mercado imobiliário de Mato Grosso viveu um período de significativo aquecimento. Impulsionado por políticas de incentivo e pelo desenvolvimento local, o sonho da casa própria, antes visto como distante para muitas famílias, tornou-se cada vez mais alcançável. Para os investidores, o cenário ofereceu oportunidades, destacando o potencial comercial das regiões em expansão.</p>
<p class="ql-align-justify">Como gestor comercial da MRV em Mato Grosso, acompanhei de perto os avanços no setor habitacional local. Em 2024, lançamos quatro novos empreendimentos, totalizando mais de 1.600 unidades. Ao longo do ano, observamos um crescimento constante nas vendas, com um aumento de 15% no número de unidades comercializadas e 24% em valor de vendas em comparação a 2023.</p>
<p class="ql-align-justify">Grande parte desse crescimento foi impulsionado pela inflação dos preços dos aluguéis. Em um cenário de duas faces: de um lado, famílias em busca de uma alternativa para deixar o aluguel, e, do outro, investidores enxergando a alta dos índices como uma excelente oportunidade de negócio.</p>
<p class="ql-align-justify">Especificamente em Mato Grosso, outro componente estimulou a compra do imóvel. A dobradinha de incentivos dos programas Ser Família Habitação e Minha Casa, Minha Vida trouxe mais facilidade às negociações, encorajando inúmeras famílias. E aqui vai um dado especialmente importante: 85% das unidades vendidas da MRV em 2024 estão enquadradas no programa habitacional do Governo Federal, reafirmando a política pública como determinante à redução do déficit habitacional em Cuiabá, Várzea Grande e outros grandes centros urbanos país afora.</p>
<p class="ql-align-justify">A atratividade e a conexão às novas tendências também foram pontos favoráveis ao exitoso 2024. Diversificamos o portfólio de empreendimentos para atender a diferentes perfis de clientes e lançamos o primeiro condomínio da linha Bio em Mato Grosso, o Chapada Redentori, desenvolvido para oferecer soluções ideais tanto para investidores quanto para famílias em busca de um novo lar, com unidades com suíte e sacada equipada com churrasqueira.</p>
<p class="ql-align-justify">Além disso, trouxemos ao mercado de Cuiabá os condomínios Residencial Horizonte, na região do Centro Político Administrativo, Alameda do Cerrado, no Coxipó, e o Chapada Flamboyant, no valorizado Bela Marina. Esses lançamentos são parte do melhor desempenho comercial da MRV na história da capital mato-grossense. Em agosto de 2024, a construtora atingiu a marca histórica de 280 imóveis vendidos em um único mês.</p>
<p class="ql-align-justify">Claro que, como todo gestor sabe, 2024 também teve seus desafios. A alta nas projeções da inflação e os custos elevados da construção demandaram uma gestão financeira cuidadosa e o trabalho focado em eficiência operacional. Conseguimos manter nossas margens estáveis, o que demonstra nosso trabalho contínuo frente às variáveis do mercado.</p>
<p class="ql-align-justify">Nesta reta final, olhamos para 2025 com otimismo. Nossa previsão para o próximo ano é lançar mais quatro novos empreendimentos, totalizando cerca de 2 mil unidades nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande. O objetivo é continuar conectados às necessidades das famílias mato-grossenses, ampliando ainda mais nossa presença na região metropolitana. Afinal, a missão de transformar vidas por meio da casa própria é o que nos move.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong><em>*César Santos é gestor comercial da MRV em Mato Grosso  </em></strong></p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
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		<title>Quando a chuva é insuficiente</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/quando-a-chuva-e-insuficiente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 16:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Julie Campbell, Diretora Operacional da Águas Cuiabá Realidade vivida de perto por todo o país, as mudanças climáticas impactam diretamente a gestão dos recursos hídricos. Cuiabá está no mapa oficial de escassez de água. A capital faz parte da Bacia Hidrográfica do Paraguai, região que registra déficit na recarga hídrica natural. Comparada à média [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="cols_1 1618245938820 ip-section">
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="ip-text-block" align="left">
<div>
<p><em>Por Julie Campbell, Diretora Operacional da Águas Cuiabá</em></p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="cols_1 1618243341071 ip-section">
<table role="presentation" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
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<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="ip-text-block" align="left">
<div>
<p class="ql-align-justify">Realidade vivida de perto por todo o país, as mudanças climáticas impactam diretamente a gestão dos recursos hídricos. Cuiabá está no mapa oficial de escassez de água. A capital faz parte da Bacia Hidrográfica do Paraguai, região que registra déficit na recarga hídrica natural. Comparada à média histórica das chuvas, a água que deveria cair do céu, este ano, não registrou volume expressivo.</p>
<p class="ql-align-justify">A recente crise hídrica de 2021 nos deixou lições valiosas e nos desafiou a repensar nosso relacionamento com a água. À época, o nível da barragem do Manso, que controla o balanço hidráulico da captação do Rio Cuiabá, umas das principais da capital, chegou a registrar a marca histórica de reservação de 8%. Três anos depois, mesmo em meio a uma estiagem prolongada, estamos em 42%.</p>
<p class="ql-align-justify">Essa melhoria, no entanto, não significa que podemos relaxar.  Apesar do abastecimento ocorrer de forma estável por aqui, Cuiabá ultrapassou os 140 dias sem chuva e a seca foi precursora do fogo, que assola grande parte do Estado – e do país. Com os picos de calor, a baixa umidade do ar e a fumaça, inevitavelmente, o consumo de água tratada sobe. Observamos um aumento de 11% na demanda, diante do mesmo período do ano passado.</p>
<p class="ql-align-justify">Esse cenário exige de nós não apenas um gerenciamento eficiente, feito por meio de investimentos massivos nos sistemas de tratamento e distribuição de água, mas também um reforço importante nas ações voltadas ao uso consciente do recurso hídrico. Em tempos de desafios ambientais, nosso comportamento vai ser um grande diferencial.</p>
<p class="ql-align-justify">Pequenas ações do cotidiano, como tomar banhos mais curtos, reutilizar água da lavagem de roupas e adotar práticas de economia nas tarefas diárias, têm um impacto significativo quando realizadas em massa. É essencial que cada pessoa compreenda que seu comportamento individual produz um efeito positivo para a preservação de um recurso tão precioso.</p>
<p class="ql-align-justify">Estamos trabalhando para assegurar um abastecimento guiado pela sustentabilidade, concentrando esforços em ações que vão do operacional, com a criação de um Comitê de Acompanhamento Interno, em contato permanente com órgãos oficiais e de monitoramento meteorológico, ao social, com campanhas educativas que incentivam a população a repensar o consumo de água, como a distribuição de ampulhetas para cronometrar o tempo do banho.</p>
<p class="ql-align-justify">A luta contra as mudanças climáticas e a gestão dos recursos hídricos não são tarefas de um único setor ou de uma única pessoa. Elas requerem a colaboração de todos nós. E quando a chuva é insuficiente? É hora de agir! O futuro de Cuiabá, conhecida pelo rio que a homenageia com o próprio nome, depende das escolhas que fazemos hoje.</p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="ip-image-block" align="center"></td>
</tr>
<tr>
<td class="ip-text-block" align="left"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
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		<title>Intermediando sonhos, construindo futuros</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/intermediando-sonhos-construindo-futuros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 16:18:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por César Santos* O mercado imobiliário em Mato Grosso está passando por uma fase notável de crescimento e renovação. Nos últimos 12 meses, mais de 1.500 novos profissionais se juntaram ao setor de corretagem de imóveis, que agora conta com mais de 17 mil especialistas credenciados pelo CRECI-MT. Esse aumento no número de corretores reflete [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="cols_1 1641926303946 ip-section">
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="ip-text-block" align="left">
<div>
<p class="ql-align-center"><em>Por César Santos*</em></p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>O mercado imobiliário em Mato Grosso está passando por uma fase notável de crescimento e renovação. Nos últimos 12 meses, mais de 1.500 novos profissionais se juntaram ao setor de corretagem de imóveis, que agora conta com mais de 17 mil especialistas credenciados pelo CRECI-MT. Esse aumento no número de corretores reflete a aquecida economia local e a abundância de oportunidades no mercado imobiliário.</p>
<p class="ql-align-justify">A força motriz por trás dessa tendência é a atração que a profissão de corretor de imóveis oferece em termos de flexibilidade e rentabilidade. Muitas pessoas encontram na corretagem não apenas um meio de sustento, mas um propósito de vida: ajudar as pessoas a realizarem o sonho da casa própria. A carreira é desafiadora, exigindo preparo, resiliência e organização financeira, mas o potencial de realizar grandes conquistas é um atrativo irresistível.</p>
<p class="ql-align-justify">No segundo trimestre de 2024, as vendas de imóveis em Cuiabá alcançaram a impressionante marca de 2.182 unidades, gerando R$ 1.142 bilhão em negócios. Este número representa um crescimento de 915% em relação ao trimestre anterior, uma clara demonstração do dinamismo e da força do mercado local.</p>
<p class="ql-align-justify">Na MRV, acreditamos na importância de apoiar e capacitar esses novos talentos. Na MRV, acreditamos na importância de apoiar e capacitar novos talentos. Por isso, oferecemos a Escola de Vendas, uma imersão dedicada ao aprendizado do nosso método de vendas, além do programa de gamificação MRV Start, com duração de 60 dias, voltado para corretores iniciantes, acompanhado pelo programa de qualificação MRV Mais. Essas iniciativas não apenas preparam novos corretores para o mercado, mas também reconhecem e incentivam os profissionais que se destacam.</p>
<p class="ql-align-justify">Além disso, os corretores tecnológicos, conhecidos como &#8220;corretores 4.0&#8221;, utilizam as redes sociais e outras ferramentas digitais para prospectar clientes e se destacar no competitivo cenário imobiliário. A MRV reconhece a importância de estar à frente e apoia seus corretores a se manterem atualizados e conectados com as tendências do mercado.</p>
<p class="ql-align-justify">É inspirador ver a paixão e o comprometimento desses corretores que, ao lado da MRV, estão não apenas vendendo imóveis, mas construindo sonhos e contribuindo para o fortalecimento do mercado imobiliário de Mato Grosso. Estamos empolgados com o futuro e comprometidos em continuar a oferecer oportunidades que beneficiem tanto os profissionais do setor quanto nossos clientes.</p>
<p class="ql-align-justify">Neste mês, celebramos o Dia do Corretor em 27 de agosto, por isso, parabenizamos todos os corretores pelo seu papel fundamental no desenvolvimento do setor imobiliário e por sua contribuição para a sociedade.</p>
<p class="ql-align-justify"><em>*César Santos é gestor comercial da MRV em Mato Grosso </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Meio ambiente e a importância de discutir as mudanças climáticas</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/meio-ambiente-e-a-importancia-de-discutir-as-mudancas-climaticas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 16:13:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>* João Gabriel Antoniacomi Chegamos ao fim de junho, mês em que se celebra o dia mundial do Meio Ambiente. Nessa data simbólica, aproveitamos para lembrar a sociedade desse tema para pensar nos impactos do modelo de cidade que estamos produzindo, bem como somos frágeis diante da força dos eventos climáticos extremos. Quando digo “estamos”, refiro-me [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>* </em></strong><em>João Gabriel Antoniacomi</em></p>
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<table role="presentation" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
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<p class="ql-align-justify">Chegamos ao fim de junho, mês em que se celebra o dia mundial do Meio Ambiente. Nessa data simbólica, aproveitamos para lembrar a sociedade desse tema para pensar nos impactos do modelo de cidade que estamos produzindo, bem como somos frágeis diante da força dos eventos climáticos extremos.</p>
<p class="ql-align-justify">Quando digo “estamos”, refiro-me a todos nós que fazemos parte dessa trama complexa chamada cidade: poder público, empresas, comunidades, moradores&#8230; todos somos agentes da dinâmica que a constitui.</p>
<p class="ql-align-justify">Legislações, hábitos de consumo, estilo de vida, discursos e exemplos que seguimos e apoiamos em processos eleitorais, são fundamentais para o retrato que temos hoje em relação ao meio ambiente.</p>
<p class="ql-align-justify">Sou defensor da tese do ‘pense global, aja local’. Poderia ilustrar a urgência das consequências do nosso modelo de desenvolvimento falando sobre as enchentes no sul, o fato de 2023 ter sido o ano mais quente já registrado no mundo e as grandes secas afetando a produção de alimentos, enfim, dezenas de outros exemplos que você certamente também se lembrará se pensar na enxurrada (literalmente) de eventos vistos nos últimos anos. Localmente, é impossível não pensar no sofrimento com as temperaturas, que são intensificadas ano após ano. Cuiabá sempre foi uma cidade quente, mas não há precedente para o que está acontecendo.</p>
<p class="ql-align-justify">Há uma brincadeira popular entre os cuiabanos ao se referir as estações do ano na cidade, elas são descritas como calor, mormaço, verão e inferno. Infelizmente estamos cada vez mais próximos dessa realidade. No ano passado fomos o epicentro da onda de calor, tivemos o dia mais quente do mundo registrado em nossa cidade e o verão desse ano registrou a maior média de temperatura dos últimos 30 anos. O prognóstico para os próximos meses? Devemos ter dias muito mais quentes do que o habitual e chuvas abaixo da média histórica. As consequências do colapso climático serão sentidas em maior ou menor proporção em cada local, estamos em uma cidade que sempre foi quente, com médias maiores que outras, mas estamos caminhando a passos largos para um cenário ainda mais desastroso.</p>
<p class="ql-align-justify">Quando falamos em cidade e estratégias locais, o primeiro passo é diagnosticar e reconhecer o problema. A partir disso, estruturar planos ambientais focados em mudanças climáticas e executar ações concretas. Infelizmente, ainda estamos muito longe dessa realidade. Não bastasse nosso atraso em buscar reverter as mudanças climáticas, o planejamento e a gestão urbana nem sequer tocam nos desafios colocados pelos eventos extremos. Por outro lado, enquanto sociedade caminhamos para hábitos de consumo cada vez mais insustentáveis e uma busca por identidade política que circula exclusivamente por vieses ideológicos, e não por boas soluções.</p>
<p class="ql-align-justify">Em ano eleitoral, aconselho aos leitores que valorizem discussões e propostas sérias sobre meio ambiente e clima. É importante acompanharmos se os gestores públicos têm ações e propostas para lidar com esse desafio, mas não nos esqueçamos das nossas próprias ações e dos discursos que reproduzimos. As consequências do descaso com o meio ambiente estão aí, em formato de crise climática. Reconhecê-las é a única solução para implantar estratégias que amenizem a situação, garantindo conforto e qualidade de vida para nós e para os futuros habitantes das nossa Cuiabrasa.</p>
<p class="ql-align-justify">*<em>É arquiteto, gestor de desenvolvimento imobiliário da MRV e atuou como conselheiro do município de Cuiabá e do IAB-MT</em></p>
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		<title>Interligação e Sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 16:09:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>*Por: Julie Campbell No Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, reservamos uma reflexão especial sobre nossas ações e impacto no planeta. Em Cuiabá, a expansão do saneamento básico por meio das atividades desenvolvidas pela Águas Cuiabá, empresa do grupo Iguá Saneamento, comprova o compromisso da capital de Mato Grosso com a sustentabilidade. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="cols_1 1618243316623 ip-section"><strong>*Por: Julie Campbell</strong></div>
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<p class="ql-align-justify">No Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, reservamos uma reflexão especial sobre nossas ações e impacto no planeta. Em Cuiabá, a expansão do saneamento básico por meio das atividades desenvolvidas pela Águas Cuiabá, empresa do grupo Iguá Saneamento, comprova o compromisso da capital de Mato Grosso com a sustentabilidade. A cobertura sanitária avança significativamente, beneficiando diretamente pessoas e meio ambiente.</p>
<p class="ql-align-justify">Com a ampliação das redes de esgoto em diversas partes da capital, a conexão domiciliar à rede de coleta torna-se crucial, urgente. A Águas Cuiabá facilita esse processo disponibilizando a caixa de inspeção em frente às residências, cabendo aos moradores a interligação do esgoto doméstico. Um procedimento bastante simples, vale registrar, e de grande valia ambiental.</p>
<p class="ql-align-justify">Aqui, cabe um aparte: a casa onde você mora, condomínio, o estabelecimento onde você trabalha ou estuda, esses locais já estão conectados à rede de esgoto de Cuiabá? Inteirar-se dessa questão e procurar respostas faz parte de uma trilha de mais sensibilização ambiental e social. Nesse caminho, é preciso compreender primeiramente a diferença entre a rede de esgoto e a rede pluvial, algo importante na solidificação da cultura do que é ambientalmente correto.</p>
<p class="ql-align-justify">Em localidades nas quais a concepção adotada é a de separadores absolutos, a rede pluvial drena a água da chuva diretamente para rios e córregos, sem tratamento, e é proibido conectar esgoto a essa estrutura. Já a rede de esgoto é projetada para coletar o esgoto doméstico, transportá-lo para uma Estação Elevatória de Esgoto (EEE) e depois para uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), onde o efluente é devidamente tratado. A ligação inadequada pode causar rompimentos e vazamentos, comprometendo o sistema de esgotamento e causando danos ambientais e à saúde pública.</p>
<p class="ql-align-justify">Já a interligação correta à rede de esgoto tem um impacto direto e precioso no meio ambiente. Em Cuiabá, isso evita com que 14 toneladas de carga poluidora sejam despejadas nos rios Cuiabá e Coxipó, diariamente. Esta ação não só melhora a qualidade da água, mas também protege a biodiversidade e os ecossistemas aquáticos. Ajuda a cuidar do Pantanal!</p>
<p class="ql-align-justify">No ciclo pleno da sustentabilidade, outro item ganha protagonismo: o lodo, gerado no processo de tratamento de esgoto, é transformado em biossólido em Cuiabá, produto orgânico rico em nutrientes e que beneficia a agricultura familiar com sua distribuição gratuita para cadastrados. O produto melhora a fertilidade do solo, substituindo parcialmente os adubos químicos, reduzindo custos de produção e promovendo práticas agrícolas mais sustentáveis na região do Cinturão Verde.</p>
<p class="ql-align-justify">Iniciativas como essas, exemplificam nosso compromisso com a sustentabilidade, de uma forma geral, e com você, morador e cliente dos serviços da Águas Cuiabá. Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, a concessionária reafirma o pacto com a sustentabilidade e a qualidade de vida. Juntos, podemos construir um futuro melhor, para todos.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>**Julie Campbell é diretora operacional da Águas Cuiabá</strong></p>
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		<title>28 de julho, Dia do Agricultor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 16:06:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luiz Piccinin* É possível afirmar que ainda é amplo o desconhecimento sobre a nobre profissão de agricultor, de muita batalha e de valor vital a toda a sociedade. No imaginário de grandes centros urbanos pairam mitos sobre a atividade rural. Milhares de pessoas não fazem ideia da inovação, dos desafios superados e da coragem necessária para ser um homem ou mulher do campo e devotar a vida a produzir [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Luiz Piccinin*</p>
<div class="cols_1 1617734871977 ip-section">
<div>
<table role="presentation" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
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<p>É possível afirmar que ainda é amplo o desconhecimento sobre a nobre profissão de agricultor, de muita batalha e de valor vital a toda a sociedade. No imaginário de grandes centros urbanos pairam mitos sobre a atividade rural. Milhares de pessoas não fazem ideia da inovação, dos desafios superados e da coragem necessária para ser um homem ou mulher do campo e devotar a vida a produzir alimento. A agricultura é uma indústria a céu aberto, suscetível a fatores climáticos, assim como a atividade está passível de impactos econômicos, legais e de outros vieses.</p>
<p class="ql-align-justify">Um grande mito, posso testemunhar, afronta a bagagem de conhecimento sobre o agricultor. Quando eu era menino, uma expressão estava muito presente no diálogo entre pais e filhos: “Se você não estudar, vai pra roça, hoje com a tecnologia existente, se você não estudar, você não vai para a roça!”. Era um tempo de intensa migração do campo para a cidade, nos idos das décadas de 60 e 70, e muitos projetavam o ideário de modernidade nas indústrias, nas grandes repartições e em arranha-céus. Sobrava ao campo o rótulo de arcaico, ultrapassado.</p>
<p class="ql-align-justify">Ocorre que uma verdadeira escalada em conhecimento científico tomou progressão geométrica desde então – e os saltos vertiginosos na produção de grãos em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul estão aí a comprovar, com suas 112,6 milhões de toneladas (estimativa da CONAB – Companhia Nacional de Abastecimento).</p>
<p class="ql-align-justify">O agricultor se tecnificou, abriu as porteiras à academia e seus experimentos científicos, investiu e investe pesadamente em novos defensivos agrícolas, sementes, máquinas agrícolas, implementos, em técnicas de manejo dos solos e das culturas, em armazenagem. Tal qual a terra absorve nutrientes, o agricultor se nutre de conhecimento para desempenhar sua missão cada vez melhor, e com sustentabilidade. Neste quesito, o da consciência e respeito ambiental, é também oportuno pontuar que o agricultor brasileiro respeita a legislação ambiental, uma das mais restritivas do mundo. A agricultura ocupa somente 7% do território nacional, o que expressa, na prática, a alta produtividade das lavouras. Para efeito de comparação, nos Estados Unidos e na China, essa relação territorial é de cerca de 18%. Na Índia, chega a 60%.</p>
<p class="ql-align-justify">O Brasil de hoje tem mais de 6<strong> </strong>milhões de estabelecimentos rurais, dado do qual se deduz que há um contingente expressivo de agricultores no país. Esse conjunto de empreendedores faz muito pelo ecossistema social e econômico, conforme alguns indicadores nos reafirmam: no acumulado do ano, a agropecuária já gerou 45.888 novos empregos formais; o PIB do agronegócio foi responsável por 23,8% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2023; o volume de exportações do Agro atingiu a marca histórica de US$ 166,49 bilhões em 2023 e já registra US$ 82,2 bilhões no primeiro semestre de 2024.</p>
<p class="ql-align-justify">O Agro não para porque o agricultor é um ícone de resiliência. Seja enfrentando as adversidades climáticas e riscos de outras naturezas, as oscilações econômicas ou as incertezas políticas, o agricultor é um forte. A você, nosso reconhecimento e respeito neste 28 de julho, Dia do Agricultor.</p>
<p class="ql-align-justify"><em>*É engenheiro agrônomo e presidente da Áster Máquinas</em></p>
</div>
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</tbody>
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		<title>Código de conduta: atualizar para engajar</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/codigo-de-conduta-atualizar-para-engajar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 16:03:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Marcelo Cintra* A rápida mudança dos hábitos sociais, impulsionada pelo avanço da tecnologia e por transformações culturais, tem como um de seus impactos significativos a necessidade de revisão periódica do código de conduta nas organizações. Esse retrato dos tempos atuais nos lembra que, se a própria natureza humana é mutável, o constante desenvolvimento tecnológico [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Marcelo Cintra*</em></p>
<p class="ql-align-justify">A rápida mudança dos hábitos sociais, impulsionada pelo avanço da tecnologia e por transformações culturais, tem como um de seus impactos significativos a necessidade de revisão periódica do código de conduta nas organizações.</p>
<p class="ql-align-justify">Esse retrato dos tempos atuais nos lembra que, se a própria natureza humana é mutável, o constante desenvolvimento tecnológico e as mudanças culturais tornam fundamental adaptar o código de conduta empresarial para refletir as novas realidades e exigências contemporâneas.</p>
<div class="cols_1 1617734871977 ip-section">
<p class="ql-align-justify">Com a proliferação das redes sociais, o aumento da comunicação digital e a globalização, as interações sociais estão em constante evolução, sejam elas quantitativas ou qualitativas. A dimensão a que nos referimos, no Brasil, é impactante: o país é nada menos que o terceiro no mundo no quesito uso de redes sociais. Estudo “Tendências de Social Media 2023”, da Comscore, apontou que 131,5 milhões de brasileiros estão navegando e se conectando com outras pessoas, marcas e temas por meio de perfis nas redes.</p>
<p class="ql-align-justify">Outra pesquisa, TIC Domicílios 2023, sinaliza que 84% da população brasileira com 10 anos ou mais se conectou à internet, o que representa 156 milhões de pessoas. O índice vem numa crescente – em 2022, era de 81%. Do WhatsApp ao TikTok, do Youtube a inúmeros aplicativos, estamos (quase) todos, invariavelmente, conectados uns aos outros.</p>
<p class="ql-align-justify">Da mesma forma, junto a essa superexposição digital e comunicacional, os padrões éticos podem também elastecer, mudar e impor novos desafios éticos e legais para as empresas, nosso foco neste artigo. As organizações, assim, precisam garantir que seu código de conduta seja relevante e eficaz.</p>
<p class="ql-align-justify">Ou seja, cabe às empresas e instituições empenhar esforços e energia para que o código de conduta ou de compliance, adotando outra nomenclatura em voga, não seja um mero PDF no kit de boas-vindas aos novos colaboradores, mas sim, um verdadeiro instrumento para que boas-práticas sejam cultivadas, expressas em comportamentos internamente e nas relações com os mais variados stakeholders, contribuindo para uma cultura de ética e moral dentro e fora do ambiente de trabalho.</p>
<p class="ql-align-justify">Nesse contexto, questões como privacidade de dados, cyberbullying, diversidade e inclusão, entre outras, podem exigir a inclusão de novas diretrizes e políticas no código de conduta empresarial. Logo, a revisão periódica do código de conduta se torna, portanto, uma estratégia essencial para as organizações se adequarem às mudanças sociais e culturais, garantindo que os colaboradores estejam alinhados com as melhores práticas éticas e legais em meio a um ambiente em constante transformação.</p>
<p class="ql-align-justify">Não se trata de tarefa meramente ilustrativa ou periférica, menos importante, distante do core business. Ao contrário! É missão que deve ser priorizada. Afinal, atitudes e ações inerentes à ética corporativa e governança fortalecem a cultura organizacional e ajudam a preservar um ativo fundamental, independentemente da atividade econômica: a reputação da empresa.</p>
<p class="ql-align-justify"><em>*</em><em>Advogado, coordenador estendido do Capítulo Brasília/Centro-Oeste do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) e presidente da Comissão de Governança e Compliance do IAMAT (Instituto dos Advogados Mato-grossenses)</em></p>
</div>
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		<item>
		<title>A Síndrome do Pato e o Marketing Digital</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/a-sindrome-do-pato-e-o-marketing-digital/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 15:56:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ele nada, corre e voa; mas, infelizmente, não faz nada bem-feito. Por Rômulo Rampini* No mundo multifacetado do marketing digital, a versatilidade é frequentemente celebrada como uma virtude. Mas, quando se trata de desempenho e resultados, a realidade nos conta uma história diferente. Este é o dilema da Síndrome do Pato no marketing digital: ele [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ele nada, corre e voa; mas, infelizmente, não faz nada bem-feito.</em></p>
<p><strong><em>Por Rômulo Rampini*</em></strong></p>
<div class="cols_1 1618243341071 ip-section">
<table role="presentation" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div class="mj-column-per-100 mj-outlook-group-fix ip-column ">
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
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<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="ip-text-block" align="left">
<p class="ql-align-justify">No mundo multifacetado do marketing digital, a versatilidade é frequentemente celebrada como uma virtude. Mas, quando se trata de desempenho e resultados, a realidade nos conta uma história diferente.</p>
<p class="ql-align-justify">Este é o dilema da Síndrome do Pato no marketing digital: ele nada, corre e voa, mas, infelizmente, não faz nada bem-feito.</p>
<p class="ql-align-justify">Essa síndrome aflige muitas empresas que confiam em um único profissional ou em uma equipe limitada para gerenciar todas as suas necessidades de marketing digital. Embora possa parecer eficiente à primeira vista, essa abordagem geralmente resulta em estratégias que são boas, mas não ótimas, campanhas que geram engajamento, mas não conversão, e conteúdo que é visto, mas não lembrado.</p>
<p class="ql-align-justify">A verdade é que o marketing digital de hoje exige mais do que a capacidade de fazer um pouco de tudo, exige especialização. Assim como um médico, um advogado ou um atleta de elite, os profissionais de marketing devem ter conhecimentos e habilidades profundas em suas áreas específicas para realmente se destacarem. SEO, publicidade paga, marketing de conteúdo, design gráfico, análise de dados – cada uma dessas áreas requer um entendimento detalhado e uma prática constante para alcançar a excelência.</p>
<p class="ql-align-justify">Investir em uma equipe de especialistas, onde cada membro traz um conjunto de habilidades únicas, é a chave para superar a Síndrome do Pato. Com especialistas trabalhando juntos, cada aspecto do seu marketing digital pode ser otimizado para atingir não apenas a competência, mas a excelência. Isso significa que sua empresa não apenas participará do jogo digital, mas se destacará nele.</p>
<p class="ql-align-justify">A era do &#8220;faz-tudo&#8221; no marketing digital está chegando ao fim. À medida que o cenário digital se torna cada vez mais complexo e competitivo, a necessidade de especialização torna-se indiscutível. Superar a Síndrome do Pato não é apenas uma questão de escolha, mas uma necessidade para as empresas que aspiram ao sucesso duradouro no mundo digital.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong><em>Rômulo Rampini é especialista em marketing digital, consultor credenciado pelo SEBRAE MT e fundador da @tr3scomvc. e-mail: romulo@tr3s.com.vc </em></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
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</tr>
</tbody>
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</div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br/a-sindrome-do-pato-e-o-marketing-digital/">A Síndrome do Pato e o Marketing Digital</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br">Íntegra Comunicação Estratégica</a>.</p>
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