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	<title>Arquivos Artigos - Íntegra Comunicação Estratégica</title>
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		<title>Mais de 130 caminhoneiros são atendidos em ação de saúde e bem-estar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 21:15:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>CS Rodovias Rota da Integração promove circuito com acolhimento a profissionais, orientações e engajamento no combate à exploração sexual infantil Para quem passa boa parte da vida na estrada, uma parada pode significar muito mais do que alguns minutos de descanso. Pode ser também uma oportunidade para cuidar da saúde, conversar, receber atenção e até [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>CS Rodovias Rota da Integração promove circuito com acolhimento a profissionais, orientações e engajamento no combate </em>à exploração sexual infantil</p>
<p>Para quem passa boa parte da vida na estrada, uma parada pode significar muito mais do que alguns minutos de descanso. Pode ser também uma oportunidade para cuidar da saúde, conversar, receber atenção e até renovar o visual antes de seguir viagem. Foi com essa proposta que a CS Rodovias Rota da Integração realizou o 1º Circuito de Ação Social, reunindo 131 participantes em quatro pontos de atendimento no Leste de Mato Grosso.</p>
<p class="ql-align-justify">A programação contou com atendimentos de saúde, como aferição de pressão arterial e orientações para a prevenção da hipertensão e do diabetes, e cortes de cabelo e barba. As ações foram realizadas no Posto Shallom, em Paranatinga, no Posto Trevão, no distrito de São José do Couto, em Campinápolis, e nos pátios de caminhoneiros da Bunge e da COFCO, em Canarana.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2885 aligncenter" src="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-22-at-08.38.42-1.jpeg" alt="" width="371" height="495" srcset="https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-22-at-08.38.42-1.jpeg 960w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-22-at-08.38.42-1-225x300.jpeg 225w, https://comunicacaointegra.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-22-at-08.38.42-1-768x1024.jpeg 768w" sizes="(max-width: 371px) 100vw, 371px" /></p>
<p>O circuito contou ainda com a entrega de kits de saúde e higiene pessoal, produtos de alimentação saudável e orientações sobre direção segura e prevenção de acidentes. Os participantes também receberam materiais informativos sobre o enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas, além de informações sobre os serviços oferecidos pela CS Rodovias Rota da Integração, incluindo o funcionamento do futuro pedágio eletrônico.</p>
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		<title>A estratégia é não fumar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 14:22:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Marcelo Benedito Mansur Bumlai* Fumar faz mal. Essa afirmação, que já assumiu, mundialmente, o status de senso comum, traz em si uma verdade inquestionável e, não raras vezes, fatal. As estatísticas divulgadas pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que, somente em 2026, o país deve registrar cerca de 35 mil novos casos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por: Marcelo Benedito Mansur Bumlai*</em></p>
<p>Fumar faz mal. Essa afirmação, que já assumiu, mundialmente, o status de senso comum, traz em si uma verdade inquestionável e, não raras vezes, fatal. As estatísticas divulgadas pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que, somente em 2026, o país deve registrar cerca de 35 mil novos casos de câncer de pulmão, sendo 18,7 mil em homens e 16,6 mil, mulheres. Mas os dados negativos não param por aí.</p>
<p class="ql-align-justify">O número de mortes provocadas anualmente no Brasil por esta doença ultrapassa 31 mil. E quem é o maior algoz dessa história? O tabagismo, responsável pela ocorrência de mais de 85% dos casos.</p>
<p class="ql-align-justify">É muito provável que esses números sejam ainda maiores, já que o Brasil enfrenta uma expressiva subnotificação dos casos. Além disso, é importante lembrar que o tabagismo está associado ao aumento da incidência de pelo menos 18 tipos de câncer, não se limitando ao câncer de pulmão. Entre eles estão os cânceres de cavidade oral (boca), esôfago, laringe, faringe, estômago, pâncreas, cólon e reto, fígado, rim, bexiga, colo do útero, ovário e a leucemia mieloide. Dados recentes apresentados no Congresso Americano de Oncologia Clínica mostram que a supressão do tabagismo é, de forma isolada, a principal maneira de reduzir o câncer de uma maneira em geral.</p>
<p class="ql-align-justify">Penso que aqui não nos cabe discorrer sobre o que leva uma pessoa a fumar, mas sim, fazer um alerta: por mais difícil que seja abandonar o vício, vale a pena buscar ajuda e tentar, com perseverança. O tabagismo é um caminho que conduz ao sofrimento e à morte. Cigarro, narguile, <em>vape</em>, nada disso faz bem à saúde. Não existe fumaça inocente.</p>
<p class="ql-align-justify">O câncer de pulmão é o mais prevalente no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Ele não é causado apenas pelo cigarro, sabemos disso. A poluição ambiental, exposição a materiais tóxicos, hereditariedade e sedentarismo também são relevantes fatores de risco. Mas nada supera, até o momento, a toxicidade proveniente dos componentes do cigarro, como a nicotina, o alcatrão e o monóxido de carbono.</p>
<p class="ql-align-justify">Neste mês, com a campanha denominada Agosto Branco, o setor de saúde se dedica a divulgar, com mais ênfase, informações sobre o câncer de pulmão. A iniciativa, inclusive, foi reconhecida oficialmente por meio da Lei Federal 15.207, sancionada em 2025. É certo que devemos, como parte de nossa missão, nos empenhar em trabalhar a educação em saúde ininterruptamente, mas concordo ser importante haver períodos direcionados a temas específicos, a exemplo dos já consolidados Outubro Rosa e Novembro Azul.</p>
<p class="ql-align-justify">E é por isso que não nos cansaremos de falar – e repetir: o câncer de pulmão é o tipo de câncer que mais causa mortes no mundo. A doença é quase totalmente consequência do tabagismo e, justamente por isso, pode ser, na maior parte dos casos, evitada. Portanto, a melhor estratégia, sem dúvida, é não aderir ao tabagismo – lembrando que nunca é tarde para largar o vício.</p>
<p class="ql-align-justify">O cigarro sempre cobra um preço. Fumar não compensa.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong><em>Marcelo Benedito Mansur Bumlai é oncologista clínico (CRM-MT 2663), diretor da Oncomed-MT e do Instituto de Tumores e Cuidados Paliativos de Cuiabá (ITC), além de professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Cuiabá (Unic)</em></strong></p>
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		<title>Estiagem começa antes da falta de chuva</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/estiagem-comeca-antes-da-falta-de-chuva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 19:47:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Lucas Alves, diretor operacional da Águas Cuiabá* Quem chega a Cuiabá logo descobre que a fama da cidade é verdadeira: o calor faz parte da identidade cuiabana. E não falo apenas do acolhimento caloroso de quem vive aqui. Entre os meses de julho e setembro, o calor deixa de ser apenas uma característica da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Lucas Alves, diretor operacional da Águas Cuiabá*</em></strong></p>
<p>Quem chega a Cuiabá logo descobre que a fama da cidade é verdadeira: o calor faz parte da identidade cuiabana. E não falo apenas do acolhimento caloroso de quem vive aqui. Entre os meses de julho e setembro, o calor deixa de ser apenas uma característica da hospitalidade local para se tornar também um dos principais desafios da cidade. É quando a estiagem se intensifica, a umidade do ar diminui e a ausência de chuvas exige ainda mais atenção.</p>
<p class="ql-align-justify">Sou manauara. Cresci em uma cidade cercada por rios, onde a chuva faz parte da paisagem durante boa parte do ano. Cuiabá me apresentou uma realidade diferente. Aqui, o período seco traz desafios que vão além do calor: durante meses, as chuvas aparecem com menor frequência, a umidade do ar atinge níveis críticos e o consumo de água aumenta justamente quando a natureza oferece menos disponibilidade.</p>
<p class="ql-align-justify">Na Águas Cuiabá, a estiagem não começa quando a chuva termina. Ela exige preparação antecipada, com investimentos, planejamento e monitoramento permanente do sistema de abastecimento. Neste ano, estão sendo investidos mais de R$ 28 milhões em ações de melhoria e modernização da infraestrutura. Entre as iniciativas estão mais de 100 ações na região central, como instalação de registros, reforços de rede e renovação de estruturas importantes para a operação do sistema.</p>
<p class="ql-align-justify">Também estão em andamento a ampliação dos reservatórios Bom Clima e Novo Mato Grosso, com investimento de quase R$ 5,9 milhões. Juntas, as estruturas acrescentam 5,2 milhões de litros à capacidade de reservação, fortalecendo o abastecimento para mais de 130 mil moradores.</p>
<p class="ql-align-justify">A modernização inclui ainda a instalação de sete válvulas modulantes de vazão, que ampliam o controle da distribuição de água, e mais de 100 ventosas automáticas, equipamentos que ajudam a reduzir ocorrências de rompimentos nas redes. Somam-se a essas ações a substituição de aproximadamente 20 quilômetros de tubulações, contribuindo para um sistema mais eficiente e seguro.</p>
<p class="ql-align-justify">Essa preparação é ainda mais importante diante do cenário climático observado em 2026. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) tem alertado para temperaturas acima da média e baixa umidade relativa do ar durante o período seco na região Centro-Oeste. Cenários como esse reforçam a importância do acompanhamento constante dos mananciais e do comportamento do consumo.</p>
<p class="ql-align-justify">Por isso, a Águas Cuiabá mantém um Comitê Interno de Estiagem, formado por profissionais de diferentes áreas, que acompanha diariamente indicadores operacionais, níveis dos mananciais, desempenho das estações de tratamento, reservatórios e consumo da população. Esse monitoramento permite antecipar decisões e realizar ações preventivas para preservar a regularidade do abastecimento.</p>
<p class="ql-align-justify">O planejamento também envolve manutenção de equipamentos, acompanhamento da rede de distribuição, redução de perdas, combate a vazamentos e reforço da estrutura para atendimentos emergenciais.</p>
<p class="ql-align-justify">Mas nenhuma infraestrutura, por mais moderna que seja, substitui a participação da sociedade. Garantir água de qualidade é uma responsabilidade compartilhada. Cabe à concessionária investir continuamente e operar com eficiência. À população, utilizar esse recurso de forma consciente, evitando desperdícios no dia a dia.</p>
<p class="ql-align-justify">Vivemos um período em que os eventos climáticos extremos se tornam mais frequentes e exigem adaptação. O saneamento faz parte dessa resposta. Investir em infraestrutura, ampliar a capacidade dos sistemas e fortalecer a cultura do consumo consciente são ações que caminham juntas. A água é um recurso essencial à vida e ao desenvolvimento da nossa cidade. Preservá-la é um compromisso de todos.</p>
<p class="ql-align-justify"><em>*Lucas Alves é diretor operacional da Águas Cuiabá</em></p>
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		<title>Comerciante: agente de transformação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 19:42:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alan Guedes* Há quem enxergue o comércio apenas como um lugar de compra e venda. Eu enxergo algo muito maior. Vejo pessoas que acordam cedo para abrir as portas dos seus negócios, que assumem riscos diariamente, que geram empregos e que acreditam no futuro mesmo diante das incertezas. O comerciante que comemora o seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Alan Guedes*</em></strong></p>
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<tbody>
<tr>
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<div>
<p class="ql-align-justify">Há quem enxergue o comércio apenas como um lugar de compra e venda. Eu enxergo algo muito maior. Vejo pessoas que acordam cedo para abrir as portas dos seus negócios, que assumem riscos diariamente, que geram empregos e que acreditam no futuro mesmo diante das incertezas. O comerciante que comemora o seu dia neste 16 de julho é um agente de transformação social. É ele quem faz a economia acontecer na prática, movimentando recursos, criando oportunidades e contribuindo para que uma cidade cresça de forma sustentável e com qualidade de vida para todos.</p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
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</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
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<tbody>
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<div>
<p class="ql-align-justify">Em Cuiabá o comércio e o setor de serviços respondem por cerca de 70% da atividade econômica da capital e concentram pelo menos 60% dos empregos formais. São milhares de empreendedores que, todos os dias ajudam a construir um ambiente favorável aos investimentos e ao desenvolvimento. Cada empresa que prospera, fortalece uma rede que envolve fornecedores, trabalhadores, prestadores de serviços e consumidores, mostrando que o comércio é um dos maiores patrimônios econômicos e sociais da nossa capital.</p>
<p class="ql-align-justify">Mas acredito que o futuro do comércio vai além das vitrines. As pessoas procuram cada vez mais lugares onde possam viver experiências, encontrar amigos, conhecer a cultura local e aproveitar bons momentos em família. Os espaços comerciais deixaram de ser apenas centros de consumo para se tornarem ambientes de convivência, lazer e relacionamento. Essa mudança exige inovação, planejamento e a capacidade de criar locais que acolham tanto quem empreende quanto quem visita, fortalecendo o sentimento de pertencimento e valorizando a identidade de cada cidade.</p>
<p class="ql-align-justify">É justamente nesse contexto que o Novo Mercado Miguel Sutil representa um marco para Cuiabá. Com investimento superior a R$ 100 milhões, cerca de 100 espaços destinados aos comerciantes, praça de alimentação, serviços, áreas de convivência, estacionamento e um espaço com vista panorâmica da cidade, o empreendimento nasce para impulsionar a economia. Mais do que um novo endereço comercial, será um espaço pensado para reunir pessoas, estimular o turismo, valorizar a cultura cuiabana e oferecer uma experiência completa de lazer, gastronomia e compras.</p>
<p class="ql-align-justify">Tenho convicção de que cidades fortes são construídas por pessoas que acreditam nelas. Valorizar o comerciante é reconhecer quem investe, emprega, acolhe clientes e mantém viva a economia local todos os dias. O Mercado Miguel Sutil simboliza essa confiança no futuro e reforça que Cuiabá continua olhando para frente, criando oportunidades para quem deseja empreender e novos espaços para que a população possa viver a cidade de forma mais intensa. Afinal, quando o comércio cresce, não cresce apenas a economia. Crescem os sonhos, as oportunidades e o orgulho de pertencer a uma cidade que acredita no trabalho de quem faz a diferença todos os dias.</p>
<p class="ql-align-justify">Neste dia 16 de julho que se comemora o Dia do Comerciante ‘um viva’ para aqueles que de uma forma ou de outra fazem parte do comércio da capital.</p>
<p class="ql-align-justify"><em>*Alan Guedes é engenheiro civil e gerente geral da CS Mobi Cuiabá</em></p>
</div>
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</tr>
</tbody>
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</tr>
</tbody>
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</div>
</td>
</tr>
</tbody>
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		<title>Ao produtor rural, com respeito</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 19:38:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luiz Piccinin*  O mês de julho traz ao país e a seus brasileiros duas datas emblemáticas: o Dia do Pecuarista, comemorado no dia 15, e o Dia do Agricultor, em 28 de julho. Celebrar esses dois marcos, para além de um mero calendário fixo, é um dever cívico, considerando a nobreza do trabalho dos [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br/ao-produtor-rural-com-respeito/">Ao produtor rural, com respeito</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br">Íntegra Comunicação Estratégica</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Luiz Piccinin*</em> </strong></p>
<p>O mês de julho traz ao país e a seus brasileiros duas datas emblemáticas: o Dia do Pecuarista, comemorado no dia 15, e o Dia do Agricultor, em 28 de julho. Celebrar esses dois marcos, para além de um mero calendário fixo, é um dever cívico, considerando a nobreza do trabalho dos produtores rurais que, numa tradição secular, produzem vida e alimento, geram empregos e ajudam fortemente a movimentar uma das maiores economias do mundo.</p>
<p class="ql-align-justify">Os dados oficiais revelam que 25,13% da soma de riquezas produzidas no Brasil em 2025 – o PIB (Produto Interno Bruto) – tem o agronegócio em sua base. Isso representa vultosos R$ 3,2 trilhões, junto ainda de outro dado impactante: 26% de todos os empregos no Brasil vêm do Agro.</p>
<p class="ql-align-justify">Os dados oficiais também apontam que, em 2025, o agronegócio respondeu por 49% de todas as exportações brasileiras, abastecendo mais de 200 mercados internacionais. O país ocupa posição de liderança mundial nas exportações de soja, açúcar, café, algodão, carne bovina e carne de frango.</p>
<p class="ql-align-justify">Tenho orgulho de vir da roça, como sempre gosto de afirmar. Ao longo dos meus 48 anos dedicados ao Agro, pude testemunhar as mais profundas e espetaculares transformações no campo, muito antes da chegada de máquinas altamente tecnificadas e de soluções tecnológicas, a grande transformação começou pelo posicionamento sustentável do produtor rural.</p>
<p class="ql-align-justify">O profissional do campo se qualificou, se tornou mais consciente de seu papel na proteção ambiental, e segue em busca, permanentemente, do saber científico para seguir fazendo com que a vida possa avançar, construindo um agro cada vez mais forte e relevante para todos. Por isso, a cada agricultor e a cada pecuarista deste país, nosso respeito e homenagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="ql-align-justify"><em>*Presidente da Áster, concessionária John Deere em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul</em></p>
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		<title>Uma corrida pelo futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 13:34:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Julie Campbell Como alguém que pratica a corrida diariamente, aprendi que cada passo, por menor que pareça, conta. E no caminho da sustentabilidade, essa lógica também se aplica. Cada metro de rede implantada, cada estação de tratamento construída, cada litro de esgoto tratado representa um avanço concreto rumo a um futuro mais sustentável. No [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Julie Campbell</em></p>
<p>Como alguém que pratica a corrida diariamente, aprendi que cada passo, por menor que pareça, conta. E no caminho da sustentabilidade, essa lógica também se aplica. Cada metro de rede implantada, cada estação de tratamento construída, cada litro de esgoto tratado representa um avanço concreto rumo a um futuro mais sustentável. No mês em que celebramos o Dia Mundial do Meio Ambiente, gostaria de destacar o papel essencial do saneamento básico na preservação do nosso planeta.</p>
<p>Desde 2017, temos trilhado um caminho firme em direção à ampliação do esgotamento sanitário em Cuiabá. Já são mais de 520 quilômetros de rede de esgoto implantados. Num comparativo, em linha reta, teríamos distância suficiente para, a partir de Cuiabá, chegar a cidades como Barra do Garças ou Sinop. Investimos R$ 1,3 bilhão em saneamento, em um esforço contínuo para garantir que a infraestrutura acompanhe o crescimento da cidade. E os resultados não estão apenas nos números, mas nos rios, nas margens, na saúde pública e na qualidade de vida.</p>
<p>Os Rios Cuiabá e Coxipó, tão simbólicos para nossa história e cultura, hoje estão mais protegidos. Com o tratamento do esgoto coletado, conseguimos remover diariamente 14 toneladas de carga orgânica que poderiam ir para os mananciais. E o que chamo de saneamento na prática: proteger nascentes, preservar espécies, devolver dignidade à natureza.</p>
<p>A infraestrutura que sustenta esse impacto é robusta e em constante evolução. Já são mais de 30 estações elevatórias de esgoto em operação, permitindo levar o esgoto coletado até as 11 Estações de Tratamento de Esgoto. E já atingimos 91% de cobertura de esgotamento sanitário, índice que coloca Cuiabá entre as capitais com melhores indicadores do Brasil.</p>
<p>E seguiremos avançando. Este ano, vamos implantar seis novas ETEs compactas e também demos início a construção da ETE Sul, com capacidade inicial de tratar 60 litros de esgoto por segundo, a unidade ampliará significativamente o atendimento a cerca de 42 mil pessoas em sua primeira etapa, além de proteger os recursos hídricos da região Sul da cidade.</p>
<p>Falar de meio ambiente é, muitas vezes, falar de grandes causas. Mas é também reconhecer o valor das soluções locais, que geram resultados concretos onde a vida acontece. O saneamento é uma dessas soluções, talvez uma das mais poderosas, porque atua diretamente na base da saúde, da educação, da economia e da preservação ambiental.</p>
<p>Assim como numa corrida, não basta largar bem: é preciso manter o ritmo, ajustar a rota e ter fôlego para ir até o fim. E é isso que fazemos todos os dias na Águas Cuiabá. Cuidamos do esgoto, tratamos a água e, com cada metro de rede, com cada estação construída, estamos avançando pelo meio ambiente. E pelo futuro.</p>
<p><em>*Julie Campbell é diretora operacional da Águas Cuiabá</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>ARTIGO &#124; Querer ouvir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 14:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Glenda Cury* De tempos em tempos nos deparamos com afirmações como “ele não sabe ouvir”, “ela não deixa a gente falar”. Fato é que a escuta consiste em um dos componentes mais valiosos do processo de comunicação. No entanto, mesmo tendo caráter essencial, ela vem sendo progressivamente negligenciada, potencializando equívocos e provocando conflitos quase [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Glenda Cury*</em></p>
<p>De tempos em tempos nos deparamos com afirmações como “ele não sabe ouvir”, “ela não deixa a gente falar”. Fato é que a escuta consiste em um dos componentes mais valiosos do processo de comunicação. No entanto, mesmo tendo caráter essencial, ela vem sendo progressivamente negligenciada, potencializando equívocos e provocando conflitos quase insolúveis. O ato de escutar o outro parece ter se tornado um fardo, talvez porque requeira tempo e atenção, elementos raros na rotina agitada em que vivemos. E é aí que mora o perigo: quando o ouvir não é valorizado, a qualidade das interações despenca, impactando negativamente relações pessoais e profissionais.</p>
<p>Somos dotados de “ferramentas” que nos capacitam a prestar atenção no outro, no contexto e no ambiente. Nossos sentidos, sentimentos e raciocínio nos instrumentalizam, sendo fortalecidos, ainda, por quatro importantes capacidades humanas: autoconhecimento, consciência, imaginação e poder de escolha. Este último, a experiência nos mostra, é determinante quando falamos de relações interpessoais.</p>
<p>Ouvir o outro, perceber o entorno e compreender o contexto apenas vão acontecer se houver, primeiramente, vontade, visto que as escolhas derivam – quase sempre &#8211; do querer. Deste modo a empatia (onde habita a valorização da escuta ativa), que não entra em cena sem ser convidada, só passa a compor hábitos comportamentais diante de um genuíno querer. Assim como ‘é preciso saber viver’, é preciso querer ouvir.</p>
<p>Faço parte de uma empresa de Comunicação que atua em diversas áreas, dentre as quais treinamentos. Em nossos conteúdos e explanações, priorizamos recomendar aos clientes que busquem se dedicar a ouvir as pessoas, passo fundamental ao aperfeiçoamento dos processos comunicacionais com todos os públicos, porta adentro e porta afora das organizações.</p>
<p>Nas conversas com os participantes, frequentemente chega-se à conclusão que todos nós temos ouvido muito pouco, a começar em nossos lares. O tempo é escasso, a sobrecarga é grande e a paciência, curta. O imediatismo impera e passamos escutar cada vez com menos atenção e foco, com tendência a valorizar a presunção em lugar da compreensão. Ou seja: temos dado pouquíssimo valor ao que o outro tem a dizer. Por consequência, cometemos erros operacionais e (mais grave) estratégicos.</p>
<p>Recentemente assisti algumas análises de pesquisas de opinião pública. “A população está frustrada. Não se sente ouvida pelo governo”, afirmavam, em coro, renomados especialistas. Entre os significados de “ouvir” o dicionário traz “dar atenção” e “atender”. Neste sentido, fica evidente que, no cenário político, negligenciar a escuta de qualidade pode gerar danos irreparáveis, fragilizando reputações e diminuindo intenções de voto. No mercado, é um dos caminhos que levam à perda progressiva de clientes e negócios. Na esfera pessoal, produz abismos relacionais muitas vezes perpetuados por gerações.</p>
<p>O desafio, então, é conseguir dar prioridade à escuta, dedicando-se a ela com disciplina e zelo. É possível que sejamos rapidamente surpreendidos com bons frutos, até porque o ato de ouvir tende a ser solidário: quanto mais entregamos, mais recebemos – e todos nós, certamente, desejamos e precisamos ser ouvidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>**Glenda Cury é jornalista e sócia da Íntegra Comunicação Estratégica</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Chave na mão, mercado imobiliário em expansão</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/chave-na-mao-mercado-imobiliario-em-expansao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 16:22:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por César Santos* Em 2024, o mercado imobiliário de Mato Grosso viveu um período de significativo aquecimento. Impulsionado por políticas de incentivo e pelo desenvolvimento local, o sonho da casa própria, antes visto como distante para muitas famílias, tornou-se cada vez mais alcançável. Para os investidores, o cenário ofereceu oportunidades, destacando o potencial comercial das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por César Santos*</strong></p>
<div class="cols_1 1617734871977 ip-section">
<div>
<table role="presentation" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div class="mj-column-per-100 mj-outlook-group-fix ip-column ">
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="ip-text-block" align="left">
<div>
<p>Em 2024, o mercado imobiliário de Mato Grosso viveu um período de significativo aquecimento. Impulsionado por políticas de incentivo e pelo desenvolvimento local, o sonho da casa própria, antes visto como distante para muitas famílias, tornou-se cada vez mais alcançável. Para os investidores, o cenário ofereceu oportunidades, destacando o potencial comercial das regiões em expansão.</p>
<p class="ql-align-justify">Como gestor comercial da MRV em Mato Grosso, acompanhei de perto os avanços no setor habitacional local. Em 2024, lançamos quatro novos empreendimentos, totalizando mais de 1.600 unidades. Ao longo do ano, observamos um crescimento constante nas vendas, com um aumento de 15% no número de unidades comercializadas e 24% em valor de vendas em comparação a 2023.</p>
<p class="ql-align-justify">Grande parte desse crescimento foi impulsionado pela inflação dos preços dos aluguéis. Em um cenário de duas faces: de um lado, famílias em busca de uma alternativa para deixar o aluguel, e, do outro, investidores enxergando a alta dos índices como uma excelente oportunidade de negócio.</p>
<p class="ql-align-justify">Especificamente em Mato Grosso, outro componente estimulou a compra do imóvel. A dobradinha de incentivos dos programas Ser Família Habitação e Minha Casa, Minha Vida trouxe mais facilidade às negociações, encorajando inúmeras famílias. E aqui vai um dado especialmente importante: 85% das unidades vendidas da MRV em 2024 estão enquadradas no programa habitacional do Governo Federal, reafirmando a política pública como determinante à redução do déficit habitacional em Cuiabá, Várzea Grande e outros grandes centros urbanos país afora.</p>
<p class="ql-align-justify">A atratividade e a conexão às novas tendências também foram pontos favoráveis ao exitoso 2024. Diversificamos o portfólio de empreendimentos para atender a diferentes perfis de clientes e lançamos o primeiro condomínio da linha Bio em Mato Grosso, o Chapada Redentori, desenvolvido para oferecer soluções ideais tanto para investidores quanto para famílias em busca de um novo lar, com unidades com suíte e sacada equipada com churrasqueira.</p>
<p class="ql-align-justify">Além disso, trouxemos ao mercado de Cuiabá os condomínios Residencial Horizonte, na região do Centro Político Administrativo, Alameda do Cerrado, no Coxipó, e o Chapada Flamboyant, no valorizado Bela Marina. Esses lançamentos são parte do melhor desempenho comercial da MRV na história da capital mato-grossense. Em agosto de 2024, a construtora atingiu a marca histórica de 280 imóveis vendidos em um único mês.</p>
<p class="ql-align-justify">Claro que, como todo gestor sabe, 2024 também teve seus desafios. A alta nas projeções da inflação e os custos elevados da construção demandaram uma gestão financeira cuidadosa e o trabalho focado em eficiência operacional. Conseguimos manter nossas margens estáveis, o que demonstra nosso trabalho contínuo frente às variáveis do mercado.</p>
<p class="ql-align-justify">Nesta reta final, olhamos para 2025 com otimismo. Nossa previsão para o próximo ano é lançar mais quatro novos empreendimentos, totalizando cerca de 2 mil unidades nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande. O objetivo é continuar conectados às necessidades das famílias mato-grossenses, ampliando ainda mais nossa presença na região metropolitana. Afinal, a missão de transformar vidas por meio da casa própria é o que nos move.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong><em>*César Santos é gestor comercial da MRV em Mato Grosso  </em></strong></p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
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		<title>Quando a chuva é insuficiente</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/quando-a-chuva-e-insuficiente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 16:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Julie Campbell, Diretora Operacional da Águas Cuiabá Realidade vivida de perto por todo o país, as mudanças climáticas impactam diretamente a gestão dos recursos hídricos. Cuiabá está no mapa oficial de escassez de água. A capital faz parte da Bacia Hidrográfica do Paraguai, região que registra déficit na recarga hídrica natural. Comparada à média [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="cols_1 1618245938820 ip-section">
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="ip-text-block" align="left">
<div>
<p><em>Por Julie Campbell, Diretora Operacional da Águas Cuiabá</em></p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="cols_1 1618243341071 ip-section">
<table role="presentation" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
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<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="ip-text-block" align="left">
<div>
<p class="ql-align-justify">Realidade vivida de perto por todo o país, as mudanças climáticas impactam diretamente a gestão dos recursos hídricos. Cuiabá está no mapa oficial de escassez de água. A capital faz parte da Bacia Hidrográfica do Paraguai, região que registra déficit na recarga hídrica natural. Comparada à média histórica das chuvas, a água que deveria cair do céu, este ano, não registrou volume expressivo.</p>
<p class="ql-align-justify">A recente crise hídrica de 2021 nos deixou lições valiosas e nos desafiou a repensar nosso relacionamento com a água. À época, o nível da barragem do Manso, que controla o balanço hidráulico da captação do Rio Cuiabá, umas das principais da capital, chegou a registrar a marca histórica de reservação de 8%. Três anos depois, mesmo em meio a uma estiagem prolongada, estamos em 42%.</p>
<p class="ql-align-justify">Essa melhoria, no entanto, não significa que podemos relaxar.  Apesar do abastecimento ocorrer de forma estável por aqui, Cuiabá ultrapassou os 140 dias sem chuva e a seca foi precursora do fogo, que assola grande parte do Estado – e do país. Com os picos de calor, a baixa umidade do ar e a fumaça, inevitavelmente, o consumo de água tratada sobe. Observamos um aumento de 11% na demanda, diante do mesmo período do ano passado.</p>
<p class="ql-align-justify">Esse cenário exige de nós não apenas um gerenciamento eficiente, feito por meio de investimentos massivos nos sistemas de tratamento e distribuição de água, mas também um reforço importante nas ações voltadas ao uso consciente do recurso hídrico. Em tempos de desafios ambientais, nosso comportamento vai ser um grande diferencial.</p>
<p class="ql-align-justify">Pequenas ações do cotidiano, como tomar banhos mais curtos, reutilizar água da lavagem de roupas e adotar práticas de economia nas tarefas diárias, têm um impacto significativo quando realizadas em massa. É essencial que cada pessoa compreenda que seu comportamento individual produz um efeito positivo para a preservação de um recurso tão precioso.</p>
<p class="ql-align-justify">Estamos trabalhando para assegurar um abastecimento guiado pela sustentabilidade, concentrando esforços em ações que vão do operacional, com a criação de um Comitê de Acompanhamento Interno, em contato permanente com órgãos oficiais e de monitoramento meteorológico, ao social, com campanhas educativas que incentivam a população a repensar o consumo de água, como a distribuição de ampulhetas para cronometrar o tempo do banho.</p>
<p class="ql-align-justify">A luta contra as mudanças climáticas e a gestão dos recursos hídricos não são tarefas de um único setor ou de uma única pessoa. Elas requerem a colaboração de todos nós. E quando a chuva é insuficiente? É hora de agir! O futuro de Cuiabá, conhecida pelo rio que a homenageia com o próprio nome, depende das escolhas que fazemos hoje.</p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="ip-image-block" align="center"></td>
</tr>
<tr>
<td class="ip-text-block" align="left"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
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		<title>Intermediando sonhos, construindo futuros</title>
		<link>https://comunicacaointegra.com.br/intermediando-sonhos-construindo-futuros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[juliana_scardua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 16:18:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por César Santos* O mercado imobiliário em Mato Grosso está passando por uma fase notável de crescimento e renovação. Nos últimos 12 meses, mais de 1.500 novos profissionais se juntaram ao setor de corretagem de imóveis, que agora conta com mais de 17 mil especialistas credenciados pelo CRECI-MT. Esse aumento no número de corretores reflete [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br/intermediando-sonhos-construindo-futuros/">Intermediando sonhos, construindo futuros</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br">Íntegra Comunicação Estratégica</a>.</p>
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<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="ip-text-block" align="left">
<div>
<p class="ql-align-center"><em>Por César Santos*</em></p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>O mercado imobiliário em Mato Grosso está passando por uma fase notável de crescimento e renovação. Nos últimos 12 meses, mais de 1.500 novos profissionais se juntaram ao setor de corretagem de imóveis, que agora conta com mais de 17 mil especialistas credenciados pelo CRECI-MT. Esse aumento no número de corretores reflete a aquecida economia local e a abundância de oportunidades no mercado imobiliário.</p>
<p class="ql-align-justify">A força motriz por trás dessa tendência é a atração que a profissão de corretor de imóveis oferece em termos de flexibilidade e rentabilidade. Muitas pessoas encontram na corretagem não apenas um meio de sustento, mas um propósito de vida: ajudar as pessoas a realizarem o sonho da casa própria. A carreira é desafiadora, exigindo preparo, resiliência e organização financeira, mas o potencial de realizar grandes conquistas é um atrativo irresistível.</p>
<p class="ql-align-justify">No segundo trimestre de 2024, as vendas de imóveis em Cuiabá alcançaram a impressionante marca de 2.182 unidades, gerando R$ 1.142 bilhão em negócios. Este número representa um crescimento de 915% em relação ao trimestre anterior, uma clara demonstração do dinamismo e da força do mercado local.</p>
<p class="ql-align-justify">Na MRV, acreditamos na importância de apoiar e capacitar esses novos talentos. Na MRV, acreditamos na importância de apoiar e capacitar novos talentos. Por isso, oferecemos a Escola de Vendas, uma imersão dedicada ao aprendizado do nosso método de vendas, além do programa de gamificação MRV Start, com duração de 60 dias, voltado para corretores iniciantes, acompanhado pelo programa de qualificação MRV Mais. Essas iniciativas não apenas preparam novos corretores para o mercado, mas também reconhecem e incentivam os profissionais que se destacam.</p>
<p class="ql-align-justify">Além disso, os corretores tecnológicos, conhecidos como &#8220;corretores 4.0&#8221;, utilizam as redes sociais e outras ferramentas digitais para prospectar clientes e se destacar no competitivo cenário imobiliário. A MRV reconhece a importância de estar à frente e apoia seus corretores a se manterem atualizados e conectados com as tendências do mercado.</p>
<p class="ql-align-justify">É inspirador ver a paixão e o comprometimento desses corretores que, ao lado da MRV, estão não apenas vendendo imóveis, mas construindo sonhos e contribuindo para o fortalecimento do mercado imobiliário de Mato Grosso. Estamos empolgados com o futuro e comprometidos em continuar a oferecer oportunidades que beneficiem tanto os profissionais do setor quanto nossos clientes.</p>
<p class="ql-align-justify">Neste mês, celebramos o Dia do Corretor em 27 de agosto, por isso, parabenizamos todos os corretores pelo seu papel fundamental no desenvolvimento do setor imobiliário e por sua contribuição para a sociedade.</p>
<p class="ql-align-justify"><em>*César Santos é gestor comercial da MRV em Mato Grosso </em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br/intermediando-sonhos-construindo-futuros/">Intermediando sonhos, construindo futuros</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://comunicacaointegra.com.br">Íntegra Comunicação Estratégica</a>.</p>
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